Questão de Criminologia — Teorias Criminológicas: Escola de Chicago - explicação ecológica do crime, Estrutural-funcionalistas, Associação Diferencial, Anomia, Subcultura Delinquente, Crítica ou Radical, Etiquetamento ou “Labelling Approach”. — VUNESP 2018
Criminologia›Teorias Criminológicas: Escola de Chicago - explicação ecológica do crime, Estrutural-funcionalistas, Associação Diferencial, Anomia, Subcultura Delinquente, Crítica ou Radical, Etiquetamento ou “Labelling Approach”.
Código
vu031318
Banca
VUNESP
Órgão
PC-SP
Ano
2018
Nível
Superior
Cargo
Agente Policial
A ausência de utilitarismo da ação, a malícia da conduta e seu respectivo negativismo são fatores associados à teoria sociológica da criminalidade denominada como
ASubcultura Delinquente.
BAnomia
CTeoria Ecológica do Crime.
DLabeling approach ou “etiquetamento”.
EAssociação Diferencial.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoA — Subcultura Delinquente.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Teoria da Subcultura Delinquente
Gabarito: letra A. A ausência de utilitarismo da ação, a malícia e o negativismo são características centrais da subcultura delinquente, conforme a teoria de Albert Cohen. Esses fatores distinguem essa teoria das demais, que focam em outros aspectos da criminalidade.
A questão cobra a identificação de uma teoria sociológica a partir de seus elementos definidores. A subcultura delinquente (Cohen) sustenta que os jovens das classes baixas, ao não conseguirem atingir os padrões de sucesso da classe média, formam subculturas com valores próprios, marcados por atos não-utilitários (roubar por diversão, não por necessidade), maliciosos (provocar dano ou sofrimento) e negativistas (rejeitar os valores dominantes).
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A descrição do enunciado corresponde exatamente aos traços da subcultura delinquente. Cohen enfatiza que os atos delinquentes não têm finalidade econômica (não-utilitarismo), são praticados com intenção de causar dano (malícia) e expressam oposição aos valores convencionais (negativismo). Essas características são o núcleo da teoria.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A teoria da Anomia (Merton) explica o crime como resultado da tensão entre metas culturais (sucesso financeiro) e meios institucionalizados, levando à inovação (crime utilitário). Não há ênfase em malícia ou negativismo.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A Teoria Ecológica do Crime (Escola de Chicago) foca na desorganização social e na influência do ambiente urbano sobre a criminalidade, não em características intrínsecas dos atos, como utilitarismo ou malícia.
Alternativa D — ❌ Incorreta
O Labeling Approach (etiquetamento) estuda como a reação social rotula indivíduos como criminosos, não se preocupando com as características dos atos em si, mas com o processo de criminalização.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A Teoria da Associação Diferencial (Sutherland) explica o crime como aprendizado por interação com grupos que transmitem definições favoráveis à violação da lei. Não aborda os atributos específicos como não-utilitarismo ou malícia.
PEGA ESSA DICA!
Memorize os três pilares da subcultura delinquente de Cohen: não-utilitarismo, malícia e negativismo. Eles são a “digital” da teoria e aparecem frequentemente em questões de criminologia.