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Questão de Português — Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto — VUNESP 2018

PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Código
vu038947
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos - SP
Ano
2018
Nível
Médio
Empatia: a arte de se colocar no lugar do outroCertamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.“Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade.Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51º lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuro plasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.(Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)De acordo com o texto, entre os fatores que dificultam a prática da empatia está
  1. Aa rigidez dos conceitos aprendidos ao longo da vida.
  2. Ba incapacidade de mudança das redes cerebrais.
  3. Ca propensão ao distanciamento por falta de comunicação.
  4. Da tendência a privilegiar os interesses particulares.
  5. Eo receio de que a solidariedade crie vínculos de dependência.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — a tendência a privilegiar os interesses particulares.

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