Questão de Raciocínio Lógico — Lógica de Argumentação - Diagramas e Operadores Lógicos — VUNESP 2019
Raciocínio Lógico›Lógica de Argumentação - Diagramas e Operadores Lógicos
Código
vu044093
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Campinas - SP
Ano
2019
Nível
Médio
Cargo
Auditor Fiscal Tributário Municipal - Conhecimentos Gerais e Específicos 1
Considere verdadeiras as seguintes premissas:I. Ou Carlos é auditor fiscal ou Vânia é auditora fiscal.II. Se Carlos é auditor fiscal, então Roberto é juiz.III. Roberto é juiz ou Vânia é auditora fiscal.Das alternativas a seguir, a única que contém uma afirmação que pode ser tomada como conclusão para se ter, juntamente com as três premissas apresentadas, um argumento válido é:
ACarlos e Vânia são auditores fiscais e Roberto é juiz.
BCarlos não é auditor fiscal, Vânia é auditora fiscal, e Roberto não é juiz.
CCarlos e Vânia não são auditores fiscais e Roberto é juiz.
DCarlos é auditor fiscal, Vânia não é auditora fiscal e Roberto não é juiz.
ECarlos e Vânia não são auditores fiscais e Roberto não é juiz.
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GabaritoB — Carlos não é auditor fiscal, Vânia é auditora fiscal, e Roberto não é juiz.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Lógica de Argumentação: Validade com disjunções
Gabarito: letra B. A conclusão que, juntamente com as três premissas, forma um argumento válido é aquela que não contradiz nenhuma das premissas e pode ser logicamente derivada. Aplicando a análise das disjunções, chegamos à alternativa B como a única que atende a todas as condições.
Vamos analisar as premissas:
I. Ou Carlos é auditor fiscal ou Vânia é auditora fiscal. (Disjunção exclusiva: exatamente um dos dois é verdadeiro)
II. Se Carlos é auditor fiscal, então Roberto é juiz. (Condicional)
III. Roberto é juiz ou Vânia é auditora fiscal. (Disjunção inclusiva: pelo menos um dos dois é verdadeiro)
Aqui está o raciocínio passo a passo:
Premissa I (disjunção exclusiva): Carlos e Vânia não podem ser ambos verdadeiros nem ambos falsos. Isso elimina as alternativas que apresentam Carlos e Vânia com o mesmo valor lógico:
A: ambos verdadeiros ❌
C: ambos falsos ❌
E: ambos falsos ❌
Restam as alternativas B e D.
Premissa III (disjunção inclusiva): Roberto ou Vânia (ou ambos) deve ser verdadeiro. A alternativa D afirma que Vânia não é auditora (falsa) e Roberto não é juiz (falsa), ou seja, ambos falsos, o que contradiz a premissa III. Portanto, a alternativa D é eliminada ❌.
A única alternativa restante é a B: Carlos não é auditor, Vânia é auditora e Roberto não é juiz. Esta é a única combinação compatível com as três premissas simultaneamente. Assim, o argumento com essa conclusão é válido, pois sempre que as premissas são verdadeiras, a conclusão também o será.
NÃO CAIA NESSA!
A banca utiliza dois tipos de disjunção (exclusiva e inclusiva) para confundir. Muitos candidatos podem não perceber a diferença e eliminar a alternativa correta no primeiro passo. Lembre-se: na disjunção exclusiva, exatamente um é verdadeiro; na inclusiva, pelo menos um é verdadeiro.