Questão de Pedagogia — Educação de Jovens e Adultos – ENCEJA E PROEJA – Decretos e portarias — VUNESP 2019
PedagogiaEducação de Jovens e Adultos – ENCEJA E PROEJA – Decretos e portarias
- Código
- vu044283
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Prefeitura de Campinas - SP
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- Coordenador Pedagógico
A Secretaria Municipal de Educação de Campinas promove, desde 2001, ações que visam a contribuir para a superação de práticas racistas e preconceituosas no trabalho pedagógico das unidades educacionais. Entre essas ações, destaca-se a organização do Grupo de Trabalho “Memória e Identidade: Resgatando a Cultura Negra na SME/FUMEC”, cujo objetivo é resgatar a produção cultural do negro e incluir o tema das relações étnicas e raciais nos projetos pedagógicos e nas práticas escolares.Sobre esse tema, assinale a alternativa que apresenta uma ideia condizente com as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental – Anos Iniciais: um processo Contínuo de Reflexão e Ação (2012) e Diretrizes curriculares da educação básica para o ensino fundamental e educação de jovens e adultos – anos finais: um processo contínuo de reflexão e ação (2010).
- AAs políticas afirmativas criaram problemas de cunho étnico-racial, levando para o contexto escolar a discriminação e o preconceito entre as próprias crianças.
- BA temática étnico-racial tem transferido o foco etnocêntrico do currículo, marcadamente eurocêntrico, para um olhar africano e indígena, acabando por restringir a visão e a compressão das crianças, dos jovens e dos adultos.
- COs alunos ainda convivem com práticas pedagógicas em que são obrigados a negar a si mesmos e ao grupo étnico/racial a que pertencem, adotando costumes, ideias e comportamentos que lhes são adversos.
- DO processo de racialização gera o fenômeno denominado “coitadismo”, na medida em que as pessoas continuam apegadas a momentos históricos já ultrapassados, dificultando a sua superação.
- EA discussão dos temas étnico-raciais promove uma falsa desigualdade entre as pessoas, instituindo estereótipos depreciativos e equivocados, uma vez que todos são seres humanos com direitos e deveres iguais.