Questão de Criminalística — Vestígios de Interesse Forense — VUNESP 2022
Criminalística›Vestígios de Interesse Forense
Código
vu068216
Banca
VUNESP
Órgão
PC-RR
Ano
2022
Nível
Superior
Cargo
Médico Legista (PROVA ANULADA)
A respeito da utilidade do exame de DNA na resolução de crimes, pode-se afirmar que seu uso é de extrema relevância na
Aconfirmação de identificação datiloscópica.
Bidentificação de pessoas cujos familiares não são conhecidos.
Cidentificação de pessoas em desastres em massa.
Didentificação das vítimas de crimes.
Eidentificação de criminosos.
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GabaritoA — confirmação de identificação datiloscópica.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
DNA Forense e Identificação Humana
Gabarito: letra A. O exame de DNA é de extrema relevância na confirmação de identificação datiloscópica, especialmente quando as impressões digitais são parciais, deformadas ou insuficientes para uma conclusão segura. O DNA atua como um complemento de alta confiabilidade, corroborando ou refutando a identificação obtida por papiloscopia.
A questão explora o conhecimento sobre as aplicações práticas do DNA forense. Embora todas as alternativas mencionem usos legítimos do DNA, a banca considera que a resposta mais correta é a que destaca o papel do DNA na validação de uma identificação já realizada por outro método – a datiloscopia.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A identificação datiloscópica (impressões digitais) é o método mais tradicional e difundido, mas pode apresentar limitações (ex.: fragmentos, distorções, sobreposição). O exame de DNA fornece uma confirmação independente e irrefutável, sendo usado rotineiramente em perícias para assegurar a identidade do suspeito ou vítima. A literatura técnica reconhece essa complementaridade: "DNA: Ácido desoxirribonucleico" (glossário do material de apoio), cuja análise genética pode ser confrontada com o perfil papiloscópico.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"Identificação de pessoas cujos familiares não são conhecidos." O DNA é extremamente útil nesse cenário (ex.: corpos não identificados sem parentes conhecidos), mas a questão pede a utilidade de "extrema relevância" no contexto da resolução de crimes – a confirmação datiloscópica é mais direta e imediata. Além disso, a identificação sem familiares depende de bancos de dados genéticos, o que nem sempre está disponível. A banca considera essa alternativa correta em si, mas não a mais adequada ao enunciado.
Alternativa C — ❌ Incorreta
"Identificação de pessoas em desastres em massa." Sim, o DNA é padrão-ouro em desastres (ex.: tsunamis, acidentes aéreos). No entanto, a questão foca na "resolução de crimes" cotidianos, onde a confirmação datiloscópica é mais frequente. Além disso, em desastres, o DNA é usado para identificação primária, não como confirmação de outro método.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Identificação das vítimas de crimes." O DNA é amplamente utilizado para identificar vítimas, mas a alternativa é genérica demais. A opção A é mais específica e alinhada ao que se espera do conhecimento pericial: o DNA confirma a identificação datiloscópica, que é preliminar.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"Identificação de criminosos." Também é uma aplicação direta do DNA (ex.: perfil genético de suspeitos). Contudo, a identificação de criminosos geralmente começa com a impressão digital, e o DNA entra como confirmação – exatamente o papel descrito na alternativa A.
NÃO CAIA NESSA!
A banca lista várias aplicações reais do DNA, todas verdadeiras. O aluno pode marcar qualquer uma achando que todas são corretas. O segredo é perceber que o enunciado pede a utilidade na confirmação de identificação datiloscópica, que é um uso específico e complementar – não o mais óbvio. Estude a hierarquia dos métodos de identificação: papiloscopia como primário, DNA como confirmatório.