Pesquisa sobre cochilos e saúde do cérebro
Gabarito: letra E. A pesquisa revelou que a predisposição genética para cochilar está associada a um menor declínio no volume cerebral, o que implica desaceleração do declínio cognitivo. O texto afirma: "Assumindo esse declínio linear, os pesquisadores encontraram diferenças entre 2,6 e 6,5 anos entre quem estava geneticamente programado para cochilar e os que não" e que esses "anos economizados" podem equivaler à diferença entre função cognitiva normal e comprometimento leve.
Alternativa A — ❌ Incorreta
A alternativa extrapola: o texto não compara populações europeias com outras quanto a distúrbios cognitivos. A amostra era apenas de ascendência europeia, mas isso não autoriza a afirmativa.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Contradiz o texto. A pesquisa indica que cochilos ajudam a preservar o volume cerebral, mas não afirma que não há alteração. O texto fala em "desaceleração" do declínio, não em ausência.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Foge ao tema: o texto trata de cochilos diurnos, não de "noites de sono tranquilo". Também não menciona garantia de preservação mental.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Contradiz o texto. O texto mostra relação entre volume cerebral e declínio cognitivo: "Esses 'anos economizados' ... podem equivaler à diferença entre um volume do cérebro de alguém com função cognitiva normal e comprometimento cognitivo leve." Portanto, a relação é significativa.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O texto afirma que indivíduos geneticamente programados para cochilar apresentam maior volume cerebral, o que desacelera o declínio cognitivo. Paráfrase fiel: "predisposição para tirar sonecas diurnas implica a desaceleração do declínio cognitivo" está ancorada nos trechos citados.
Gabarito: letra E.