Questão de Segurança da Informação — Criptografia — VUNESP 2024
Segurança da Informação›Criptografia
Código
vu084294
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Mogi das Cruzes - SP
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Operador de Rede
Assinale a alternativa correta sobre criptografia.
ANa criptografia simétrica, há o uso de um par de chaves: pública e privada.
BA criptografia assimétrica garante a integridade de uma mensagem, assim como sua confidencialidade e disponibilidade.
CA chave pública está disponível ao público em geral, enquanto a chave privada fica disponível apenas para um indivíduo ou organização.
DA chave privada não pode ser utilizada para decodificação da mensagem, apenas em sua codificação.
ENa criptografia de chave assimétrica, o emissor usa uma chave e um algoritmo de criptografia para criptografar os dados e o receptor usa a mesma chave e o algoritmo de descriptografia correspondente para descriptografar os dados.
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GabaritoC — A chave pública está disponível ao público em geral, enquanto a chave privada fica disponível apenas para um indivíduo ou organização.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Criptografia
Gabarito: alternativa C. Na criptografia assimétrica, o par de chaves é composto por uma chave pública, disponível para todos, e uma chave privada, mantida em sigilo por seu titular. Essa é a definição clássica e correta do modelo de chave pública.
A banca testa a diferença fundamental entre criptografia simétrica (chave única) e assimétrica (par de chaves). Além disso, explora o conhecimento sobre as funções de cada chave e as propriedades de segurança que a criptografia pode oferecer.
Criptografia
1Simétrica
Chave única
Mesma chave para cifrar e decifrar
2Assimétrica
Par de chaves
Chave pública (divulgada)
Chave privada (sigilosa)
Usos
Confidencialidade (cifrar com pública)
Assinatura digital (com privada)
Integridade e autenticidade
Não garante disponibilidade
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que na criptografia simétrica há um par de chaves (pública e privada). Na verdade, a criptografia simétrica utiliza uma única chave para cifrar e decifrar, compartilhada entre emissor e receptor. O par de chaves é característico da criptografia assimétrica.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Diz que a criptografia assimétrica garante integridade, confidencialidade e disponibilidade. Embora a criptografia assimétrica possa ser usada para confidencialidade (cifrando com a chave pública) e, com o uso de assinaturas digitais, para integridade e autenticidade, a disponibilidade não é uma propriedade direta da criptografia. A disponibilidade é um pilar da segurança da informação, mas não é garantida por mecanismos criptográficos. Portanto, a afirmação é imprecisa e incorreta.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve exatamente o funcionamento da criptografia assimétrica: a chave pública é amplamente divulgada, enquanto a chave privada é mantida em segredo pelo seu proprietário. Essa é a base do modelo de infraestrutura de chaves públicas (ICP).
Alternativa D — ❌ Incorreta
Alega que a chave privada não pode ser usada para decodificação, apenas para codificação. Na criptografia assimétrica, a chave privada pode sim ser usada para decifrar mensagens cifradas com a chave pública correspondente. Além disso, é usada para assinar digitalmente (o que não é codificação nem decodificação, mas sim um processo de geração de assinatura). A afirmativa está errada.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Descreve um cenário em que emissor e receptor usam a mesma chave para cifrar e decifrar. Isso é típico da criptografia simétrica, não da assimétrica. Na assimétrica, as chaves são diferentes (pública e privada) e cada uma tem sua função.
NÃO CAIA NESSA!
A banca inverte conceitos entre criptografia simétrica e assimétrica, principalmente nas alternativas A e E. Fique atento: simétrica = chave única; assimétrica = par de chaves (pública e privada). Além disso, a alternativa B adiciona o termo “disponibilidade”, que não é garantido pela criptografia – um distrator comum.