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Questão de Matemática — Probabilidade — VUNESP 2024

MatemáticaProbabilidade
Código
vu087063
Banca
VUNESP
Órgão
Spcine - SP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Analista de Dados
O lançamento de dois dados não viciados resultou em duas faces apresentando números ímpares. A probabilidade de a soma destes dois números ser 6 é:
  1. A1/2
  2. B2/9
  3. C1/6
  4. D4/9
  5. E1/3
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GabaritoE — 1/3

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Resolução

Gabarito: letra E — a conta chega a 1/3 (alternativa E).

A ideia por trás

A probabilidade condicional mede a chance de um evento acontecer sabendo que outro já ocorreu. No lançamento de dois dados, o espaço amostral total tem 36 resultados igualmente prováveis, mas quando o enunciado impõe uma condição — aqui, que ambos os números são ímpares — esse espaço se reduz. A probabilidade condicional é calculada como a razão entre os casos favoráveis ao evento desejado e os casos possíveis dentro da condição, não sobre o total original. Nesta questão, a condição 'ambos ímpares' restringe o espaço a 9 pares ordenados, e entre eles apenas 3 somam 6, resultando em 3/9 = 1/3. O erro clássico é ignorar a condição e usar o espaço total de 36, o que leva a valores como 5/36 ou 1/9, que não estão nas alternativas.

O que a questão dá

  • dois dados não viciados

  • ambas as faces são números ímpares

O que queremos: a probabilidade de a soma dos dois números ímpares ser 6

Passo 1 — Listar os números ímpares de um dado

Precisamos saber quais resultados são possíveis em cada dado, já que a condição diz que ambos são ímpares. Os números ímpares de um dado comum são 1, 3 e 5.

1 ,3e5\boxed{1\ , 3 \text{e} 5}
NÃO CAIA NESSA!

Esquecer que o dado tem apenas três números ímpares (1, 3, 5) e incluir o 7 ou o 9, que não existem.

Passo 2 — Contar os pares ordenados de ímpares

Como cada dado pode mostrar um dos três ímpares, o número de pares ordenados (primeiro dado, segundo dado) é o produto das possibilidades. Isso define o novo espaço amostral condicionado.

Por que esta fórmula: Usamos o princípio multiplicativo: se o primeiro dado tem 3 opções e o segundo também tem 3, o total de combinações é 3 × 3.

Ntotal=3×3N_{total} = 3 \times 3

De onde vem cada valor: 33 = passo 1: números ímpares do outro dado

Ntotal=3×3N_{total} = 3 \times 3

NtotalN_{total} = 9 pares ordenados

NÃO CAIA NESSA!

Contar apenas pares não ordenados (como (1,3) e (3,1) como um só), o que reduziria o espaço para 6 e mudaria a probabilidade.

Passo 3 — Identificar os pares que somam 6

Dentro do espaço reduzido de 9 pares, precisamos contar quantos têm soma 6. Isso é o evento favorável.

(1,5),(3,3),(5,1)3pares\boxed{(1,5), (3,3), (5,1) — 3 \text{pares}}
NÃO CAIA NESSA!

Esquecer o par (3,3) e contar apenas (1,5) e (5,1), obtendo 2 casos favoráveis.

Passo 4 — Calcular a probabilidade condicional

A probabilidade condicional é a razão entre os casos favoráveis e os casos possíveis dentro da condição. Aqui, os casos possíveis são os 9 pares de ímpares, e os favoráveis são os 3 que somam 6.

Por que esta fórmula: A fórmula da probabilidade condicional é P(A|B) = (número de casos favoráveis a A dentro de B) / (número de casos em B). Como todos os pares são igualmente prováveis, basta dividir as contagens.

P=39P = \frac{3}{9}

De onde vem cada valor: 33 = passo 3: pares que somam 6 · 99 = passo 2: total de pares de ímpares

P=39=1 /3P = \frac{3}{9} = \boxed{1\ /3}
NÃO CAIA NESSA!

Usar o espaço total de 36 no denominador, obtendo 3/36 = 1/12, ou contar os pares que somam 6 no total (5 casos) e dividir por 36, achando 5/36.

Resposta: 1/3 (alternativa E)

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