Questão de Auditoria — Auditoria Independente (Externa) — VUNESP 2024
Auditoria›Auditoria Independente (Externa)
Código
vu087180
Banca
VUNESP
Órgão
Spcine - SP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Gestor Jurídico I
Sobre as espécies de risco de auditoria, é correto afirmar que
Ao risco inerente é a probabilidade de que existam erros ou distorções significativas em uma demonstração financeira, antes de levar em consideração os controles internos da entidade.
Bo risco de controle é a probabilidade de que existam erros ou distorções significativas em uma demonstração financeira, após levar em consideração os controles internos da entidade.
Co risco inerente se refere à possibilidade de que os sistemas e procedimentos de controle interno da entidade não detectem ou não evitem erros ou distorções nas demonstrações financeiras.
Do risco de detecção se refere à possibilidade de que os sistemas e procedimentos operacionais da entidade não evitem erros ou distorções nas demonstrações financeiras.
Eo risco de detecção representa a combinação dos três tipos de riscos existentes (de auditoria, de controle e inerente), resultando no risco total de detecção de uma auditoria programada.
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GabaritoA — o risco inerente é a probabilidade de que existam erros ou distorções significativas em uma demonstração financeira, antes de levar em consideração os controles internos da entidade.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Risco de Auditoria: Espécies
Gabarito: letra A. O risco inerente é a probabilidade de distorção relevante antes da consideração dos controles internos, conforme os conceitos das normas de auditoria (NBC TA). As demais alternativas trocam ou invertem as definições dos componentes do risco de auditoria.
A banca cobra a distinção entre os três componentes do risco de auditoria: risco inerente, risco de controle e risco de detecção. A tabela a seguir resume cada um:
Componente
Definição correta
Risco inerente
Susceptibilidade de uma afirmação a distorção relevante, antes de considerar os controles internos.
Risco de controle
Risco de que os controles internos da entidade não previnam ou detectem e corrijam tempestivamente distorções relevantes.
Risco de detecção
Risco de que os procedimentos de auditoria executados pelo auditor não detectem distorções relevantes existentes.
Risco de auditoria: Risco inerente (Antes dos controles internos, Susceptibilidade da afirmação); Risco de controle (Controles não previnem, Controles não detectam); Risco de detecção (Procedimentos do auditor, Não detectam distorções)
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Define corretamente o risco inerente como a probabilidade de erros ou distorções significativas antes de levar em consideração os controles internos. Essa é a definição clássica encontrada nas normas de auditoria (NBC TA 315 e apêndices).
Alternativa B — ❌ Incorreta
Afirma que o risco de controle é a probabilidade de existirem erros após levar em consideração os controles. Na verdade, o risco de controle é a probabilidade de que os controles não funcionem a contento, ou seja, que as distorções não sejam evitadas ou detectadas pelos controles. A definição está invertida.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Atribui ao risco inerente a definição que é própria do risco de controle: "sistemas e procedimentos de controle interno não detectarem ou não evitarem erros". Isso é risco de controle, não inerente. Portanto, troca os conceitos.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Define o risco de detecção como "sistemas e procedimentos operacionais da entidade não evitarem erros". O risco de detecção é inerente aos procedimentos do auditor, não da entidade. A descrição corresponde ao risco de controle (falha dos controles internos). Nova troca de conceitos.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma que o risco de detecção é a combinação dos três riscos. Na verdade, o risco de auditoria é uma função dos riscos de distorção relevante (inerente + controle) e do risco de detecção. O risco de detecção é um dos componentes, não a soma.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca as definições entre os três componentes do risco de auditoria. O candidato precisa memorizar que o risco inerente existe independentemente dos controles; o risco de controle depende da eficácia dos controles; e o risco de detecção depende do trabalho do auditor. Fique atento aos termos "antes" e "após" e ao sujeito (entidade vs. auditor).