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Questão de Atualidades — Economia na Atualidade — VUNESP 2024

AtualidadesEconomia na Atualidade
Código
vu087640
Banca
VUNESP
Órgão
TJ-SP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Oficial de Justiça
O tratado UE (União Europeia)-Mercosul começou a ser negociado em 1999. Em sendo adotado, permitiria que as potências sul-americanas exportassem para a Europa carne, açúcar, arroz, mel, soja e outros produtos agrícolas, e, em contrapartida, a UE exportaria para a América do Sul, entre outros, máquinas e produtos farmacêuticos. A França é contrária ao acordo porque os agricultores franceses temem a concorrência, entretanto, visando a um mercado de 270 milhões de consumidores, outros países europeus aprovam o acordo. No dia 28 de março de 2024, o porta-voz da Comissão Europeia afirmou que as negociações prosseguem.(istoe. Disponível em https://shre.ink/givt. Acesso em 01.10.2024. Adaptado)Entre os países que se manifestam favoravelmente à assinatura do acordo estão:
  1. AAlemanha e Espanha.
  2. BPolônia e Suécia.
  3. CLuxemburgo e Irlanda.
  4. DHolanda e Bélgica.
  5. EÁustria e Grécia.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — Alemanha e Espanha.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Acordo UE-Mercosul: posições dos países europeus

Gabarito: letra A. Alemanha e Espanha estão entre os países que se manifestam favoravelmente à assinatura do acordo UE-Mercosul, pois veem nele uma oportunidade de ampliar o comércio com um mercado de 270 milhões de consumidores sul-americanos, enquanto a França lidera a oposição por temer a concorrência para seus agricultores. A questão exige conhecimento de atualidades sobre as negociações do acordo, que começaram em 1999 e seguem em andamento.

O acordo entre a União Europeia e o Mercosul é um dos maiores acordos comerciais do mundo, envolvendo cerca de 700 milhões de pessoas. As negociações, iniciadas em 1999, avançaram e recuaram ao longo dos anos, com resistência principalmente de países com forte setor agrícola, como a França, a Irlanda e a Polônia. Por outro lado, países com economias mais industrializadas e exportadoras, como Alemanha e Espanha, tendem a apoiar o acordo, pois ele abriria mercados para seus produtos manufaturados e farmacêuticos.

A posição favorável da Alemanha é histórica: é a maior economia da UE e uma grande exportadora de máquinas e veículos, setores que se beneficiariam diretamente da redução de tarifas. A Espanha, por sua vez, tem fortes laços econômicos e culturais com a América do Sul, sendo um dos principais investidores europeus na região. Ambos os países veem o acordo como uma forma de fortalecer suas economias e ampliar sua influência geopolítica.

A questão cobra do candidato a capacidade de identificar os países que apoiam o acordo, com base em notícias e análises de atualidades. A alternativa correta é a letra A, pois Alemanha e Espanha são os países que mais claramente se posicionam a favor, enquanto os demais países citados nas outras alternativas têm posições mais reticentes ou contrárias, seja por protecionismo agrícola, seja por outros interesses.

Acordo UE-Mercosul
  • 1Favoráveis
    • Alemanha (maior economia, exportadora)
    • Espanha (laços com América do Sul)
  • 2Contrários/reticentes
    • França (agricultores temem concorrência)
    • Irlanda (setor agrícola forte)
    • Polônia (setor agrícola sensível)
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Alemanha e Espanha são, de fato, os países que mais consistentemente apoiam o acordo UE-Mercosul. A Alemanha, maior economia europeia, é uma potência exportadora de máquinas, veículos e produtos químicos, setores que se beneficiariam enormemente com a abertura do mercado sul-americano. A Espanha, por sua vez, tem laços históricos, culturais e econômicos profundos com a América do Sul, sendo um dos maiores investidores europeus na região, e vê no acordo uma oportunidade de ampliar seu comércio e sua influência. Ambos os países têm defendido publicamente a conclusão das negociações, em contraste com a França, que lidera a oposição por temer a concorrência para seus agricultores.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Polônia e Suécia não estão entre os principais defensores do acordo. A Polônia, embora não seja tão vocal quanto a França, tem um setor agrícola sensível e tende a ser cautelosa em relação a acordos que possam aumentar a concorrência para seus produtores. A Suécia, por sua vez, embora seja um país aberto ao comércio, não é tradicionalmente citada como uma das vozes mais ativas a favor do acordo UE-Mercosul. A banca pode ter incluído esses países como distratores, pois ambos são membros da UE, mas não são os que mais se destacam no apoio ao acordo.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Luxemburgo e Irlanda não são os países que mais se manifestam favoravelmente ao acordo. Luxemburgo é um pequeno país com economia baseada em serviços financeiros, e sua posição não é central nas negociações. A Irlanda, por sua vez, tem um forte setor agrícola, especialmente de laticínios e carne bovina, e teme a concorrência dos produtos sul-americanos, o que a torna mais reticente em relação ao acordo. Portanto, a alternativa está incorreta, pois esses países não estão entre os principais apoiadores.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Holanda e Bélgica, embora sejam países abertos ao comércio e tenham interesses econômicos na América do Sul, não são os que mais se destacam no apoio ao acordo. A Holanda é um grande exportador de produtos agrícolas e alimentos processados, e pode ver o acordo com bons olhos, mas não é tão vocal quanto Alemanha e Espanha. A Bélgica, sede de importantes instituições da UE, também não é tradicionalmente citada como uma das principais defensoras do acordo. A alternativa é incorreta, pois esses países não são os que mais se manifestam favoravelmente.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Áustria e Grécia não estão entre os principais apoiadores do acordo. A Áustria tem um setor agrícola sensível, especialmente na produção de leite e carne, e tende a ser cautelosa em relação a acordos que possam aumentar a concorrência. A Grécia, embora seja um país com economia mais frágil, não é tradicionalmente citada como uma das vozes mais ativas a favor do acordo. Portanto, a alternativa está incorreta, pois esses países não estão entre os que mais se manifestam favoravelmente.

NÃO CAIA NESSA!

A banca pode tentar confundir o candidato incluindo países que são membros da UE, mas que não são os principais defensores do acordo. O erro comum é escolher países como Holanda e Bélgica, que têm economias abertas, mas não são os mais vocais no apoio. Lembre-se: Alemanha e Espanha são os que mais consistentemente defendem o acordo, enquanto França, Irlanda e Polônia lideram a oposição ou são reticentes.

PEGA ESSA DICA!

Para questões de atualidades sobre acordos comerciais, é importante acompanhar as notícias e saber quais países são os principais defensores e opositores. Uma boa estratégia é lembrar dos interesses econômicos de cada país: os que têm setores exportadores fortes tendem a apoiar, enquanto os que têm setores agrícolas sensíveis tendem a se opor. Isso ajuda a eliminar alternativas rapidamente.

Gabarito: letra A

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