Gestão de Pessoas – Descentralização e papel do órgão de RH
Gabarito: letra D. A descentralização das ações de gestão de pessoas (GP) para os gerentes de linha é uma tendência moderna. O aspecto positivo é que o órgão de GP passa a atuar como consultor interno, prestando assessoria e suporte (função de staff), enquanto os gerentes de linha assumem a responsabilidade direta pelas decisões de pessoas (função de linha). Essa separação permite maior foco estratégico e agilidade operacional.
Alternativa A — ❌ Incorreta
A perda das fronteiras e dos limites do órgão de GP é um risco da descentralização, não um aspecto positivo. A descentralização pode diluir a autoridade central, mas isso não é desejável.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A perda da visão de conjunto das práticas de GP é uma desvantagem, pois a descentralização pode fragmentar a coordenação global das políticas de RH.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A necessidade de terceirização de atividades burocráticas e não essenciais é uma estratégia complementar, mas não é inerente à descentralização nem representa seu aspecto positivo central.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O órgão de GP torna-se consultor interno dos gerentes de linha. Conforme a literatura de Gestão de Pessoas (ex.: Chiavenato), na moderna administração de RH, as atribuições operacionais e táticas são delegadas aos gestores de linha (responsabilidade de linha), enquanto o RH foca em políticas, estratégias e consultoria (função de staff). Isso promove agilidade decisória e aproveita o conhecimento especializado do RH.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Monopolização das decisões e ações de GP é o oposto da descentralização. A descentralização visa justamente distribuir o poder decisório, não concentrá-lo.
Gabarito: letra D.