Questão de Administração Geral — Atribuições das Áreas de Gestão — VUNESP 2024
Administração Geral›Atribuições das Áreas de Gestão
Código
vu088911
Banca
VUNESP
Órgão
UNICAMP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Produtor de Eventos Culturais - Gestão Orçamentária
É importante lembrar que, na fase de construção do orçamento, quanto mais envolvermos os profissionais que trabalharão conosco no projeto, menor será o risco de considerarmos valores incertos e maior será o grau de segurança na execução do projeto.Caso o elaborador do orçamento ainda não saiba qual empresa ou profissional deve ser contratado, como proceder?
ARealizar pesquisa de preços em diferentes fontes utilizando valores de mercado.
BEstabelecer um valor padrão de cinquenta dólares/ hora para o serviço que compõe o item.
CUtilizar valores lançados em projetos anteriores desde que realizados pelo próprio elaborador.
DLevantar orçamentos similares nas redes e utilizar uma média de valores encontrados.
EIndicar o piso salarial proposto pelo sindicato da classe local, para reajuste posterior.
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GabaritoA — Realizar pesquisa de preços em diferentes fontes utilizando valores de mercado.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Elaboração do orçamento: pesquisa de preços
Gabarito: letra A. Quando ainda não se sabe qual empresa ou profissional será contratado, o procedimento correto é realizar pesquisa de preços em diferentes fontes, utilizando valores de mercado — é a prática recomendada para estimar custos com base em dados reais e reduzir incertezas na fase de construção do orçamento. As demais alternativas apresentam métodos inadequados ou arbitrários, que comprometem a confiabilidade da estimativa.
A elaboração do orçamento de um projeto exige que os valores estimados reflitam, o quanto possível, a realidade de mercado. Quando o fornecedor ou prestador de serviço ainda não foi definido, o elaborador não pode simplesmente "chutar" um valor ou adotar critérios subjetivos. A prática recomendada é coletar informações de preços em fontes diversas — fornecedores, tabelas de referência, publicações especializadas, cotações com potenciais contratados — e, a partir delas, estabelecer uma estimativa fundamentada. Isso aumenta a precisão do orçamento e reduz o risco de valores incertos, exatamente como menciona o enunciado.
A alternativa A é a única que segue essa lógica: pesquisa de preços em diferentes fontes garante uma base de dados ampla e confiável, e o uso de valores de mercado assegura que a estimativa esteja alinhada com o que realmente se pratica. As demais alternativas falham por adotarem critérios arbitrários, limitados ou sem fundamentação adequada.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A pesquisa de preços em diferentes fontes, utilizando valores de mercado, é exatamente o procedimento recomendado quando não se conhece o contratado. Ao consultar múltiplas fontes (fornecedores, tabelas de referência, cotações), o elaborador obtém uma base sólida para estimar o custo do item, reduzindo a incerteza e aumentando a segurança na execução do projeto. É a prática alinhada ao bom gerenciamento de custos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Estabelecer um valor padrão de cinquenta dólares/hora é um critério arbitrário e sem fundamentação. Não há qualquer base técnica ou de mercado que justifique esse valor fixo; ele não reflete a realidade do serviço, do local ou do projeto. A estimativa deve ser baseada em dados reais, não em um valor inventado.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Utilizar valores de projetos anteriores, ainda que realizados pelo próprio elaborador, pode ser útil como referência, mas não é suficiente quando não se conhece o contratado. Projetos anteriores podem ter condições diferentes (escopo, local, época, fornecedores), e a simples transposição de valores sem atualização ou ajuste pode gerar estimativas distorcidas. A alternativa é incompleta, pois não menciona a necessidade de atualização ou validação com o mercado.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Levantar orçamentos similares nas redes e utilizar uma média dos valores encontrados é um método impreciso e não confiável. Valores encontrados na internet podem estar desatualizados, fora do contexto local ou sem especificação adequada. A média de valores não valida a qualidade ou a adequação das fontes. A pesquisa de preços deve ser feita em fontes confiáveis e específicas, não em uma busca genérica na rede.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Indicar o piso salarial proposto pelo sindicato da classe local é um critério inadequado para estimar o custo de um serviço. O piso salarial refere-se à remuneração mínima de uma categoria, mas o custo de um serviço envolve outros componentes (encargos, materiais, equipamentos, margem de lucro, etc.). Além disso, o piso pode não refletir o valor de mercado do serviço específico. A estimativa deve considerar o custo total do serviço, não apenas um piso salarial.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a tentação de usar métodos "práticos" ou "econômicos" (como valores de projetos anteriores ou médias da internet) que parecem razoáveis, mas não são tecnicamente corretos. A alternativa C, por exemplo, pode parecer válida, mas a falta de atualização e validação com o mercado a torna inadequada. A pegadinha é confundir "referência histórica" com "estimativa confiável". Fique atento: a resposta correta é sempre a que busca dados reais e atuais de mercado.
PEGA ESSA DICA!
Na hora da prova, identifique a alternativa que menciona pesquisa de preços e valores de mercado — esses são os termos-chave que indicam a prática correta. Desconfie de alternativas que usam valores fixos, arbitrários ou fontes não confiáveis. Lembre-se: a estimativa de custos deve ser fundamentada em dados reais, não em suposições.