Questão de Biomedicina - Análises Clínicas — Técnicas Sorológicas e de Imunofluorescência — VUNESP 2024
Biomedicina - Análises ClínicasTécnicas Sorológicas e de Imunofluorescência
- Código
- vu089387
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- UNICAMP
- Ano
- 2024
- Nível
- Médio
- Cargo
- Técnico de Laboratório de Análises Clínicas
Com a finalidade de padronizar a testagem com testes imunológicos para auxiliar na investigação da sífilis, o Ministério da Saúde criou o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, que apresenta dois fluxogramas para orientar o processo diagnóstico. O Fluxograma 1 consiste na Abordagem Clássica para o diagnóstico de sífilis por testes imunológicos, que segue o fluxo: realização de um teste
- Atreponêmico como primeiro teste, que pode ser laboratorial ou rápido, seguido por um teste não treponêmico para a complementação da testagem. Caso o teste não treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.
- Bnão treponêmico como primeiro teste, seguido por um teste treponêmico (incluindo a possibilidade de este ser um teste rápido) para a complementação da testagem. Caso o teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.
- Ctreponêmico como primeiro teste, que pode ser laboratorial ou rápido, seguido por um segundo teste treponêmico (de outra metodologia) para a complementação da testagem. Caso o segundo teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste não treponêmico.
- Dnão treponêmico como primeiro teste, seguido por um teste treponêmico (incluindo a possibilidade de este ser um teste rápido) para a complementação da testagem. Caso o teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser realizado um novo teste não treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.
- Etreponêmico como primeiro teste, que deve ser laboratorial (não utilizar o teste rápido), seguido por um teste não treponêmico para a complementação da testagem. Caso o teste não treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico rápido.