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Questão de Biomedicina - Análises Clínicas — Técnicas Sorológicas e de Imunofluorescência — VUNESP 2024

Biomedicina - Análises ClínicasTécnicas Sorológicas e de Imunofluorescência
Código
vu089387
Banca
VUNESP
Órgão
UNICAMP
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Técnico de Laboratório de Análises Clínicas
Com a finalidade de padronizar a testagem com testes imunológicos para auxiliar na investigação da sífilis, o Ministério da Saúde criou o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, que apresenta dois fluxogramas para orientar o processo diagnóstico. O Fluxograma 1 consiste na Abordagem Clássica para o diagnóstico de sífilis por testes imunológicos, que segue o fluxo: realização de um teste
  1. Atreponêmico como primeiro teste, que pode ser laboratorial ou rápido, seguido por um teste não treponêmico para a complementação da testagem. Caso o teste não treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.
  2. Bnão treponêmico como primeiro teste, seguido por um teste treponêmico (incluindo a possibilidade de este ser um teste rápido) para a complementação da testagem. Caso o teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.
  3. Ctreponêmico como primeiro teste, que pode ser laboratorial ou rápido, seguido por um segundo teste treponêmico (de outra metodologia) para a complementação da testagem. Caso o segundo teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste não treponêmico.
  4. Dnão treponêmico como primeiro teste, seguido por um teste treponêmico (incluindo a possibilidade de este ser um teste rápido) para a complementação da testagem. Caso o teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser realizado um novo teste não treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.
  5. Etreponêmico como primeiro teste, que deve ser laboratorial (não utilizar o teste rápido), seguido por um teste não treponêmico para a complementação da testagem. Caso o teste não treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico rápido.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — não treponêmico como primeiro teste, seguido por um teste treponêmico (incluindo a possibilidade de este ser um teste rápido) para a complementação da testagem. Caso o teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.

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