Conclusão sobre a introdução de material radioativo em chifres de rinocerontes
Gabarito: letra B. A introdução de material radioativo torna o chifre tóxico para consumo humano e ativa detectores nas fronteiras, o que desestimula a caça e facilita a identificação de traficantes — conclusão diretamente amparada pelo texto.
Alternativa A — ❌ Incorreta
O texto afirma que a dose é "fraca o suficiente para não impactar a saúde do animal ou o meio ambiente". Não há qualquer menção a pedido da África do Sul para interromper a prática. A alternativa extrapola e contradiz o texto.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O texto informa que o material "torna o chifre inútil e essencialmente tóxico para consumo humano" (reduzindo a demanda) e que a radiação é "forte o suficiente para ativar detectores instalados em todo o mundo" (facilitando a identificação). Portanto, a conclusão está integralmente correta.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A iniciativa visa "dissuadir caçadores de rinocerontes", e não "aproveitar os chifres para fins terapêuticos e afrodisíacos". O texto menciona que a demanda asiática usa os chifres para tais fins, mas a universidade não adota essa finalidade. A alternativa troca o objetivo e acrescenta opinião estranha ao texto.
Alternativa D — ❌ Incorreta
O texto diz que os detectores foram "inicialmente para prevenir o terrorismo nuclear", mas agora também servem para detectar os chifres. Não há afirmação de que a iniciativa prejudique o combate ao terrorismo nuclear. A alternativa contradiz o texto ao sugerir um efeito negativo não mencionado.
Alternativa E — ❌ Incorreta
O texto afirma que "no mercado clandestino, o preço dos chifres por peso compete com o do ouro ou o da cocaína" — isto é uma realidade anterior, não causada pela introdução de material radioativo. A alternativa inverte a relação de causa e consequência: o material radioativo visa reduzir a caça, não motivá-la. Erro de falsa causalidade (extrapolação).