Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância e de emprego dos pronomes.
ANão há, ao que parece, quaisquer registros de comunicação entre nós. (1° parágrafo)
B… quando ainda era novo a tecnologia daquele tipo de registro. (2° parágrafo)
C… pedindo para mim traduzir os rótulos dos produtos… (2° parágrafo)
D… momentos como aquele podiam ser oportunos para a gente se conhecermos melhor… (3° parágrafo)
E… na esperança de que centelhas do teu espírito possa emanar desse conjunto de dados. (4° parágrafo)
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GabaritoA — Não há, ao que parece, quaisquer registros de comunicação entre nós. (1° parágrafo)
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Reescrita com concordância e pronomes
Gabarito: letra A. A alternativa A mantém a concordância verbal e nominal corretas ao substituir "nenhum registro" por "quaisquer registros", mantendo o verbo impessoal "há" invariável. As demais alternativas apresentam desvios da norma-padrão.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O trecho original "Não há, ao que parece, nenhum registro de comunicação entre nós" foi reescrito como "Não há, ao que parece, quaisquer registros de comunicação entre nós". A mudança de "nenhum registro" (singular) para "quaisquer registros" (plural) exige que o verbo "haver", no sentido de existir, permaneça impessoal e, portanto, invariável na terceira pessoa do singular. A concordância está correta: "há" seguido de "quaisquer registros" – plural, mas o verbo não se flexiona. Além disso, "quaisquer" é a forma plural de "qualquer", concordando com "registros". Nenhum erro.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Original: "quando a tecnologia daquele tipo de registro ainda era algo novo" Reescrita: "quando ainda era novo a tecnologia daquele tipo de registro"
Na reescrita, o sujeito "a tecnologia" (feminino singular) está posposto ao verbo, mas a concordância deve ser mantida: o verbo "era" exige o predicativo no feminino: "nova". "Era novo" é incorreto. A frase deveria ser "quando ainda era nova a tecnologia". Erro de concordância nominal.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Original: "pedindo que eu traduzisse os rótulos dos produtos" Reescrita: "pedindo para mim traduzir os rótulos dos produtos"
O pronome "mim" é oblíquo e não pode funcionar como sujeito de um infinitivo. O correto é "para eu traduzir", com o pronome reto "eu". A construção "para mim + verbo" é um desvio gramatical clássico.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Original: "momentos como aquele podiam ser oportunos para nos conhecermos melhor" Reescrita: "momentos como aquele podiam ser oportunos para a gente se conhecermos melhor"
A locução "a gente" é tratada gramaticalmente como terceira pessoa do singular; portanto, o verbo no infinitivo deve concordar: "a gente se conhecer" (ou, em construção com pronome, "a gente se conheça"). "Se conhecermos" está na primeira pessoa do plural, incompatível com "a gente".
Alternativa E — ❌ Incorreta
Original: "na esperança de que desse conjunto de dados possa emanar alguma centelha do teu espírito" Reescrita: "na esperança de que centelhas do teu espírito possa emanar desse conjunto de dados"
Na reescrita, o sujeito passou a ser "centelhas" (plural), mas o verbo "possa" permaneceu no singular. O correto é "possam emanar" para concordar com o sujeito plural. Erro de concordância verbal.
Conclusão: Apenas a alternativa A apresenta reescrita conforme a norma-padrão.
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Teste do 'nós'
Para achar o sujeito e a concordância verbal correta, substitua o sujeito por 'nós' — o verbo deve concordar com ele. Ajuda a resolver concordância em casos duvidosos.