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Questão de Português — Interpretação de Textos — VUNESP 2024

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
vu090712
Banca
VUNESP
Órgão
UNIFESP
Ano
2024
Nível
Superior
Conforme relatado na carta, o jovem era advertido por levar o cão à escola porque o pai
  1. Areconhecia, com apreensão, a desfaçatez do filho que, tão logo começou a andar com o animal, parou irresponsavelmente de assistir às aulas.
  2. Bdesconfiava do mau comportamento do filho, que provavelmente se valia do animal para aproximar-se das garotas estudantes do Instituto.
  3. Centrevia a possibilidade de as pessoas fazerem comparações embaraçosas do comportamento do filho com o de tempos antigos.
  4. Dsuspeitava das más intenções do filho, que objetivava tornar-se mais popular no Instituto, já que pertencia a uma família de senhores coloniais.
  5. Etemia pela segurança do filho e das garotas que, junto a este, faziam longas festas com o animal que, por algum incômodo, poderia ficar violento.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — entrevia a possibilidade de as pessoas fazerem comparações embaraçosas do comportamento do filho com o de tempos antigos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Por que o pai advertia o filho?

Gabarito: C. O pai advertia o filho por temer que as pessoas fizessem comparações embaraçosas com os tempos antigos, como se lê no trecho: "para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos".

A questão pede a causa da advertência paterna, que está explícita no final do texto. As demais alternativas extrapolam o que foi escrito, acrescentando motivos não mencionados.

Alternativa A — ❌ Incorreta

A opção afirma que o pai reconhecia a "desfaçatez" do filho, que "parou irresponsavelmente de assistir às aulas". O texto não diz que o filho deixou de frequentar as aulas — ao contrário, ele ia ao Instituto e o cão o esperava. A alternativa inventa um abandono escolar, extrapolando a informação fornecida.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Sugere que o pai desconfiava que o filho usava o cão para se aproximar de garotas. Embora o rapaz tenha dito que "quem aproveitava da popularidade dele era eu", o pai nunca menciona essa motivação; sua preocupação é com as associações históricas. A alternativa extrapola ao atribuir ao pai uma suspeita que não está no texto.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O pai diz textualmente: "Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos". Isso prova que ele temia comparações embaraçosas, exatamente o que a alternativa afirma.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Alega que o pai suspeitava de "más intenções" do filho, que queria se tornar popular por pertencer a família de senhores coloniais. O texto não diz que o filho tinha essa intenção; o pai apenas critica a prática de andar com cão como coisa de "filhos dos governadores ou senhores coloniais", mas não atribui ao filho um desejo de status. A alternativa extrapola e ainda generaliza a origem familiar.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Afirma que o pai temia pela segurança por medo de o cão ficar violento. O texto descreve o cão como "sempre grande e calmo, um senhor" — não há qualquer indício de violência ou temor de segurança. A alternativa contradiz a descrição do animal e extrapola um perigo inexistente.

Conclusão: Apenas a alternativa C está inteiramente ancorada no texto; todas as outras acrescentam informações alheias à carta.

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