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Questão de Português — Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto — VUNESP 2025

PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Código
vu100880
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Presidente Prudente - SP
Ano
2025
Nível
Fundamental
Cargo
Operador de Máquinas
A leitura do texto permite afirmar, corretamente, que a expressão “acabou em pizza”
  1. Ateve origem na Itália, aproximadamente há meio século.
  2. Brelaciona-se à falta de solução e punição para atos ilícitos.
  3. Cé interpretada com naturalidade, pois fatos públicos estão sujeitos à punição.
  4. Drepresenta a falta de rigor na solução de casos insignificantes de corrupção.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — relaciona-se à falta de solução e punição para atos ilícitos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Análise da expressão 'acabou em pizza'

Gabarito: letra B. A expressão "acabou em pizza" relaciona-se diretamente à falta de solução e punição para atos ilícitos, conforme o texto: "Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade [...] dizemos 'ah, isso vai acabar em pizza'".

Alternativa A — ❌ Incorreta

A alternativa afirma que a expressão teve origem na Itália há meio século. O texto, porém, diz que o hábito de usar a expressão surgiu no Brasil nos últimos 50 anos e que a palavra "pizza" tem origem germânica, não italiana. Portanto, a informação é extrapolada: o texto não sustenta essa origem.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O texto é explícito: a expressão é usada para situações que geram percepção de impunidade, especialmente na vida pública. A alternativa parafraseia corretamente essa ideia: "falta de solução e punição para atos ilícitos". A passagem chave é:

"Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade — não só, mas especialmente na vida pública —, dizemos 'ah, isso vai acabar em pizza'."

Alternativa C — ❌ Incorreta

O texto defende que não devemos aceitar essa expressão como normal, e que a impunidade é algo a ser combatido, não naturalizado. A alternativa inverte o sentido: diz que a expressão é interpretada com naturalidade porque fatos públicos estão sujeitos à punição, mas o texto associa a expressão justamente à falta de punição. Há contradição com o texto.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A alternativa restringe indevidamente o sentido: qualifica os casos como "insignificantes". O texto fala de "episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta" sem adjetivá-los como insignificantes. Essa generalização indevida (acréscimo de "insignificantes") torna a opção incorreta.

Gabarito: letra B — a única inteiramente sustentada pelo texto.

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