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Questão de Psiquiatria — Psiquiatria Clínica — VUNESP 2025

PsiquiatriaPsiquiatria Clínica
Código
vu101835
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Sertãozinho - SP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Médico Psiquiatra Infantil
K., 15 anos, do sexo feminino, apresenta antecedente de epilepsia mioclônica juvenil desde os 12 anos, com crises tônico-clônicas generalizadas, que estão parcialmente controladas com uso de divalproato de sódio. Nos últimos seis meses, apresentou sintomas como apatia, baixa autoestima, humor deprimido e retraimento social. Ela relata falta de interesse e prazer em atividades que antes a agradavam, sentimento de angústia, ansiedade e dificuldade de concentração, o que afeta seu desempenho escolar. Após avaliação psiquiátrica, foi diagnosticada com transtorno depressivo maior moderado.Diante desse quadro, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem inicial para o tratamento da paciente, considerando tanto a epilepsia quanto o transtorno mental.
  1. AAjustar a dose do anticonvulsivante e incluir um antidepressivo tricíclico.
  2. BIniciar terapia cognitivo-comportamental (TCC) como primeira linha de tratamento e evitar a introdução de antidepressivos devido ao potencial de interação com o anticonvulsivante.
  3. CPrescrever um antidepressivo inibidor seletivo de recaptação da serotonina (ISRS), com monitoramento do risco de interações, e avaliar a possibilidade de ajustar o anticonvulsivante ou de associar outro agente para controlar as crises epiléticas.
  4. DSuspender o anticonvulsivante, visando a manter uma abordagem de monoterapia, e prescrever um antidepressivo ISRS, uma vez que, nesse momento, deve-se priorizar o tratamento da depressão pela sua gravidade.
  5. ERealizar estimulação magnética transcraniana (EMT) como tratamento principal para depressão, dado o quadro de comorbidade que impede o uso de antidepressivos.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — Prescrever um antidepressivo inibidor seletivo de recaptação da serotonina (ISRS), com monitoramento do risco de interações, e avaliar a possibilidade de ajustar o anticonvulsivante ou de associar outro agente para controlar as crises epiléticas.

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