Questão de Estatística — Inferência estatística — VUNESP 2025
Estatística›Inferência estatística
Código
vu103200
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Vista Alegre do Alto - SP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Químico
No tratamento estatístico de resultados em Química Analítica, utiliza-se frequentemente o teste t de Student. Nesse teste, a primeira hipótese ___ estada é chamada de hipótese , que geralmente assume que não existe diferença significativa entre os resultados. A hipótese contrária, chamada de hipótese ___, é aceita quando o valor calculado do teste é _____ que o valor crítico tabelado (teste bicaudal).
Aalternativa … nula … menor
Bnula … alternativa … maior
Cexperimental … nula … maior
Dteórica … prática … maior
Enula … experimental … menor
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GabaritoB — nula … alternativa … maior
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Teste de hipóteses: hipótese nula e alternativa
Gabarito: letra B. No teste t de Student (e em qualquer teste de hipóteses), a primeira hipótese formulada é a hipótese nula (), que assume que não há diferença significativa entre os resultados; a hipótese contrária é a hipótese alternativa (), que é aceita quando o valor calculado do teste é maior que o valor crítico tabelado (em teste bicaudal, quando o valor absoluto da estatística excede o valor crítico).
O teste de hipóteses é um procedimento de inferência estatística que permite decidir, com um nível de risco conhecido, se uma afirmação sobre um parâmetro populacional deve ser rejeitada ou não. A formulação começa com duas hipóteses excludentes: a hipótese nula (), que em geral expressa igualdade ou ausência de efeito (por exemplo, ), e a hipótese alternativa (), que contradiz a nula e pode ser bilateral () ou unilateral ( ou ). A hipótese nula é a que se presume verdadeira até que a evidência amostral indique o contrário; a hipótese alternativa é aceita quando a estatística do teste cai na região crítica, ou seja, quando o valor calculado é maior (em módulo, no caso bicaudal) que o valor crítico tabelado.
A banca explora a confusão entre os papéis das hipóteses e a condição de rejeição. O candidato que inverte os nomes ou troca "maior" por "menor" erra a questão. A lógica é: a hipótese nula é a "default", a que se tenta rejeitar; a alternativa é a que se aceita quando a evidência é forte o suficiente (estatística além do valor crítico).
Hipótese inicial
Hipótese contrária
Condição de rejeição
Resultado
Nula
Alternativa
Maior
✅ Correta (B)
Alternativa
Nula
Menor
❌ Incorreta (A)
Experimental
Nula
Maior
❌ Incorreta (C)
Teórica
Prática
Maior
❌ Incorreta (D)
Nula
Experimental
Menor
❌ Incorreta (E)
H0 verdadeira
H0 falsa
Rejeita H0
Decisão correta
Erro tipo II
Não rejeita H0
Erro tipo I
Decisão correta
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Inverte os nomes: coloca "alternativa" como primeira hipótese e "nula" como contrária. A primeira hipótese é sempre a nula; a contrária é a alternativa. Além disso, o valor calculado deve ser maior que o crítico para rejeitar a nula, não menor.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Preenche corretamente as lacunas: "nula" (primeira hipótese, assume ausência de diferença), "alternativa" (hipótese contrária) e "maior" (condição para rejeitar a nula em teste bicaudal, quando o valor absoluto da estatística excede o valor crítico).
Alternativa C — ❌ Incorreta
Erra o primeiro termo: "experimental" não é o nome da hipótese inicial. O termo correto é "nula". Os demais termos ("nula" e "maior") estão corretos, mas o primeiro já invalida a alternativa.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Usa termos inexistentes na nomenclatura de testes de hipóteses: "teórica" e "prática" não são os nomes das hipóteses. Os nomes consagrados são nula e alternativa.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Acerta o primeiro termo ("nula"), mas erra o segundo ("experimental" em vez de "alternativa") e o terceiro ("menor" em vez de "maior"). A hipótese contrária à nula é a alternativa, e a rejeição ocorre quando o valor calculado é maior que o crítico.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca os nomes das hipóteses e inverte a condição de rejeição. Lembre-se: a hipótese nula é a que se presume verdadeira (ausência de efeito); a alternativa é a que se aceita quando a estatística calculada é maior que o valor crítico (em módulo, no teste bicaudal). Com esse esquema, você elimina as alternativas A, C, D e E rapidamente.
PEGA ESSA DICA!
Para fixar, monte o par de hipóteses sempre na ordem: (nula, com igualdade) e (alternativa, com desigualdade). A regra de decisão: rejeita-se quando . Essa estrutura vale para o teste t, z, qui-quadrado e F.