Extremos climáticos no Brasil
Gabarito: letra D. Pesquisadores brasileiros, alinhados ao consenso científico global, constatam que as grandes cidades brasileiras já sofrem com extremos climáticos — chuvas intensas e períodos secos — como efeito direto das mudanças climáticas e da impermeabilização do solo urbano. As demais alternativas apresentam afirmações incorretas ou superficiais.
Alternativa A — ❌ Incorreta
A região Norte, embora equatorial, não é necessariamente a mais propensa a extremos climáticos; o clima equatorial é quente e úmido, com chuvas regulares, e os extremos no Brasil têm se manifestado de forma mais intensa em áreas urbanizadas e em regiões como o Sudeste e Centro-Oeste.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A maritimidade pode influenciar o clima litorâneo, mas não é o fator determinante para a ocorrência de extremos climáticos. Cidades litorâneas podem sofrer com eventos como ressacas e inundações, mas a afirmação generaliza indevidamente.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Grandes áreas de floresta preservada ajudam a regular o clima local, mas não tornam os extremos climáticos raros no Brasil. As mudanças climáticas de escala global afetam todo o território, e eventos extremos têm se tornado mais frequentes inclusive na Amazônia (secas, queimadas).
Alternativa D — ✅ Correta
As maiores cidades brasileiras (SP, RJ, BH, etc.) já registram aumento de chuvas extremas, alagamentos, ondas de calor e secas mais severas. A combinação de mudanças climáticas e urbanização intensifica esses fenômenos, conforme apontam estudos do INPE e IPCC.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Extremos climáticos (ondas de calor, chuvas torrenciais, secas) não são característicos apenas de regiões de clima frio. O Brasil, de clima tropical/equatorial, tem experimentado eventos extremos cada vez mais frequentes, contrariando a afirmação.
Gabarito: letra D.