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Questão de História — História do Brasil — VUNESP 2025

HistóriaHistória do Brasil
Código
vu107256
Banca
VUNESP
Órgão
SEDUC-SP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Professor de Educação Básica II - História - Promoção do QM 2022
Assim, exemplificando, o estudo da história das populações indígenas deve partir dos grupos existentes no presente ou que já viveram na região, para conhecer as singularidades históricas de cada grupo nativo e evitar a generalização “índios”. Uma abordagem genérica sobre o índio brasileiro impossibilita o conhecimento da história das relações e formas de contato com o mundo branco, diferente para cada população indígena e com consequências igualmente diversas para a História do Brasil.(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. Adaptado)O fragmento exemplifica
  1. Auma análise historiográfica de natureza eurocêntrica, mas que valoriza a identidade cultural dos povos originários.
  2. Ba articulação entre história local e regional com a nacional, requerendo compreensão sobre fundamentos da micro-história.
  3. Ca aplicação prática do conceito antropológico de identidade cultural, em consonância ao de nação.
  4. Da valorização de mitos que mascaram problemas sociais e discriminações no contexto da colonização do Brasil.
  5. Ea reflexão sobre os conteúdos tradicionais para a consolidação identitária dos segmentos de públicos da Educação.
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GabaritoB — a articulação entre história local e regional com a nacional, requerendo compreensão sobre fundamentos da micro-história.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Micro-história e o ensino de História Indígena

Gabarito: letra B. O fragmento de Circe Bittencourt defende que o estudo das populações indígenas deve partir de suas singularidades históricas locais e regionais, evitando generalizações como “índios”. Essa abordagem articula a história local/regional com a nacional e se fundamenta nos princípios da micro-história, que analisa casos específicos para compreender processos históricos mais amplos.

A autora critica a visão homogeneizante e propõe que cada grupo nativo seja estudado em suas particularidades, reconhecendo a diversidade de relações com o colonizador. Isso exemplifica a aplicação da micro-história no ensino, pois valoriza a escala reduzida e a análise contextualizada para evitar generalizações simplistas.

Alternativa A — ❌ Incorreta

A abordagem não é eurocêntrica; ao contrário, valoriza a diversidade e a perspectiva dos próprios grupos indígenas, afastando-se de uma visão centrada na Europa.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Exatamente: o fragmento mostra como a história local/regional (de cada grupo indígena) se articula à história nacional, e isso requer a compreensão dos fundamentos da micro-história (estudo aprofundado de casos particulares).

Alternativa C — ❌ Incorreta

Embora o conceito de identidade cultural seja relevante, o texto enfatiza a metodologia histórica (micro-história), não a aplicação direta de um conceito antropológico.

Alternativa D — ❌ Incorreta

O fragmento não valoriza mitos; ele critica a generalização e propõe um estudo científico e detalhado das histórias indígenas, sem recorrer a mitos que mascaram problemas.

Alternativa E — ❌ Incorreta

O texto não trata de conteúdos tradicionais para consolidar identidades de públicos da Educação, mas sim de uma abordagem metodológica que parte do específico para o geral.

Conclusão: A alternativa correta é a B, pois associa corretamente a proposta do fragmento à micro-história e à articulação entre história local/regional e nacional.

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