Questão de Segurança da Informação — Malware — VUNESP 2025
Segurança da Informação›Malware
Código
vu111902
Banca
VUNESP
Órgão
UNESP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
V - - Assistente de Suporte Acadêmico II - Área de Atuação: Ambientes de Informática para Ensino e Pesquisa - Edital nº 108
Ameaças como vírus e worms são malwares comuns, que devem exigir atenção da equipe de tecnologia de uma organização.Assinale, entre as alternativas a seguir, a que contém a principal diferença entre esses dois tipos de malware.
AO vírus depende da execução de um programa hospedeiro para se espalhar, enquanto o worm pode se replicar de forma autônoma pela rede.
BO worm precisa sempre ser ativado manualmente pelo usuário para se propagar.
CO vírus sempre exige conexão com a internet para funcionar, enquanto o worm não.
DO worm é mais destrutivo que o vírus, por definição técnica.
EO vírus não pode infectar arquivos executáveis, enquanto o worm pode.
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GabaritoA — O vírus depende da execução de um programa hospedeiro para se espalhar, enquanto o worm pode se replicar de forma autônoma pela rede.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Vírus × Worm – Diferenças fundamentais
Gabarito: letra A. A principal diferença entre vírus e worm é que o vírus necessita de um programa hospedeiro para se propagar (insere-se em arquivos executáveis), enquanto o worm é autossuficiente e se replica ativamente pela rede, sem depender de um hospedeiro. Esse conceito é basilar em segurança da informação e está presente em toda literatura técnica sobre malwares.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a tentação de generalizar características. A alternativa D afirma que o worm é mais destrutivo por definição – isso não é verdade: tanto vírus quanto worm podem causar danos severos, e a classificação não hierarquiza o potencial destrutivo. Outra armadilha comum é inverter a dependência de ação do usuário (alternativa B) ou a necessidade de internet (alternativa C). Fique atento às definições precisas.
Critério
Vírus
Worm
Dependência de hospedeiro
Sim (insere-se em arquivo/programa)
Não (programa independente)
Forma de propagação
Depende da execução do hospedeiro
Autônoma (explora rede/vulnerabilidades)
Necessidade de ação do usuário
Geralmente sim (executar arquivo infectado)
Não (replicação automática)
Necessidade de internet
Não (pode usar mídias físicas)
Geralmente sim (mas não obrigatório)
Malware
1Vírus
Depende de hospedeiro
Requer execução do arquivo
Pode usar mídia física
2Worm
Autônomo (sem hospedeiro)
Replica-se pela rede
Não precisa de ação do usuário
LEVEL · soulevel.com.br
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Exatamente a definição técnica: o vírus se insere em um programa ou arquivo hospedeiro e depende da execução dele para se ativar e se espalhar. O worm, por outro lado, é um programa independente que se replica automaticamente explorando vulnerabilidades de rede, sem necessidade de um arquivo hospedeiro. É a distinção clássica entre os dois tipos de malware.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Afirma que o worm precisa ser ativado manualmente pelo usuário. Na verdade, o worm se propaga de forma autônoma, sem intervenção do usuário, aproveitando falhas de segurança ou configurações automáticas (ex.: execução automática de mídias). A afirmação inverte o comportamento típico: quem muitas vezes depende de ação do usuário é o vírus (executar o arquivo infectado) ou o trojan (engenharia social).
Alternativa C — ❌ Incorreta
Diz que o vírus sempre precisa de internet para funcionar. Isso é falso: vírus podem se espalhar por mídias físicas (disquetes, pendrives) e redes locais sem acesso à internet. Já o worm geralmente usa redes (inclusive internet) para se replicar, mas também não é uma exigência absoluta. A afirmação troca as necessidades de conectividade.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Estabelece que o worm é mais destrutivo que o vírus por definição técnica. Não há qualquer classificação técnica que hierarquize o potencial destrutivo entre os tipos de malware. Ambos podem causar desde pequenos incômodos até danos catastróficos. A destrutividade depende da carga maliciosa (payload), não da forma de propagação.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma que o vírus não pode infectar arquivos executáveis e o worm pode. É o oposto: o vírus é especializado em infectar arquivos executáveis (e também scripts, macros, setores de boot), enquanto o worm normalmente não infecta arquivos – ele se replica como um processo independente na memória e na rede. A banca inverte a característica central.