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Questão de Criminalística — Vestígios de Interesse Forense — VUNESP 2025

CriminalísticaVestígios de Interesse Forense
Código
vu112047
Banca
VUNESP
Órgão
UNESP
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
V - - Assistente de Suporte Acadêmico II - Área de Atuação: Laboratório de Investigação de Paternidade - Edital nº 51
Para facilitar a comunicação entre a comunidade Forense por todo o mundo existem regras de nomenclatura dos marcadores genéticos. Essas regras foram recomendadas em 1997, pela Comissão Internacional de DNA da Sociedade Internacional de Genética Forense (ISFG). A primeira regra estabelece que a leitura das sequências de DNA seja feita da extremidade
  1. A5’ → 3’.
  2. B3’ → 5’.
  3. C3’ → 4’.
  4. D5’ → 4’.
  5. E5’ → 5’.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — 5’ → 3’.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

DNA Forense – Nomenclatura de marcadores genéticos

Gabarito: letra A. A regra estabelecida em 1997 pela ISFG (International Society for Forensic Genetics) determina que a leitura das sequências de DNA deve ser feita da extremidade 5' para 3' (alternativa A). Essa convenção segue a polaridade natural da fita de DNA, onde a síntese e a leitura da molécula ocorrem sempre no sentido 5' → 3'.

A questão cobra o conhecimento de uma norma técnica da área forense, que padroniza a comunicação entre laboratórios.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Reflete exatamente o recomendado pela ISFG: a leitura é feita de 5’ para 3’. Essa é a direção adotada universalmente na representação de sequências de DNA.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Apresenta a leitura no sentido inverso, 3’ → 5’. Essa direção corresponde à fita complementar (sentido reverso), mas não é a padrão para a leitura da sequência em si. A banca tentou confundir com o sentido oposto, que é comum em contextos de replicação ou transcrição, mas não na nomenclatura padronizada.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Indica a direção 3’ → 4’, que não existe na nomenclatura de nucleotídeos. As extremidades são sempre 5' e 3' (referentes aos carbonos da pentose). A mistura de números (3’ → 4’) é absurda e não corresponde a qualquer padrão.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Propõe a leitura 5’ → 4’. Novamente, não há extremidade 4' no DNA. As únicas extremidades são 5' (fosfato) e 3' (hidroxila). Portanto, essa opção é inválida.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Sugere 5’ → 5’, o que não faz sentido biológico. A leitura deve sempre progredir de uma extremidade 5' para uma 3'.

NÃO CAIA NESSA!

Lembre-se da regra do "5' para 3'" como a direção canônica de leitura e síntese do DNA. A banca tenta enganar oferecendo o sentido inverso (3’ → 5’) como distrator. Fixe: a fita molde é lida de 3' para 5', mas a sequência codificante/resultante é representada de 5' para 3'.

NÃO CAIA NESSA!

A principal pegadinha é a alternativa B, que inverte a direção. Muitos alunos confundem com a direção da fita complementar, mas a norma da ISFG é clara: a leitura da sequência é sempre 5’ → 3’.

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