Questão de Medicina — Pediatria e Neonatologia — VUNESP 2025
MedicinaPediatria e Neonatologia
- Código
- vu113373
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- UNIFESP
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Médico - Área: Medicina Intensiva Pediátrica
Com relação ao tratamento da criança politraumatizada com traumatismo cranioencefálico com hipertensão intracraniana na Unidade de Terapia Intensiva, assinale a alternativa correta.
- ADeve-se intubar precocemente os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) e hipertensão intracraniana (HIC) para promover a proteção da via aérea e realização de hiperventilação com manutenção do ETCO₂ (medida do CO₂ por capnografia) entre 20 e 25 para redução da pressão intracraniana.
- BDeve-se intubar os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) e hipertensão intracraniana (HIC) com Glasgow menor ou igual a 8 para promover a proteção da via aérea e realização de hipoventilação controlada com manutenção do ETCO₂ (medida do CO₂ por capnografia) entre 45 e 50 para redução da pressão intracraniana.
- CDeve-se intubar os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) e Hipertensão Intracraniana (HIC) com Glasgow menor ou igual a 8 para promover a proteção da via aérea e realização de normoventilação ou hiperventilação leve com manutenção do ETCO₂ (medida do CO₂ por capnografia) entre 30 e 35 para redução da pressão intracraniana.
- DNão se deve intubar precocemente esses pacientes mesmo que o Glasgow seja menor ou igual a 8, pois a intubação precoce se associa a um risco grande de herniação do SNC pela bradicardia por reflexo vagal associada ao procedimento.
- EDeve-se intubar precocemente sem uso de sequência rápida de intubação, caso o Glasgow esteja menor ou igual a 8, pois o paciente já está com o nível de consciência rebaixado, sendo desnecessário o uso de sedação e bloqueador neuromuscular.