Questão de Medicina — Medicina Intensiva — VUNESP 2025
MedicinaMedicina Intensiva
- Código
- vu113387
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- UNIFESP
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Médico - Área: Medicina Intensiva Pediátrica
Uma lactente de 8 meses, pesando 10 kg, com história de cansaço, vômitos pós-alimentares e febre baixa até 37,5 ºC é internada na Unidade de Terapia Intensiva com uma hipótese diagnóstica de choque séptico após ter recebido expansões volêmicas de 40 mL/kg de cristaloide em 1 hora e antibioticoterapia no pronto-socorro. Ao exame físico, observam-se via aérea pérvia, expansibilidade pulmonar bilateral simétrica, uso de musculatura acessória, crepitações pulmonares bilaterais nas bases, saturação de 92% em máscara não reinalante com fluxo de 15 litros de oxigênio por minuto, frequência respiratória de 65, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, extremidades frias, frequência cardíaca de 175 e pressão arterial de 75x55, hepatometria com fígado a 4 cm do rebordo costal direito e doloroso à palpação, Glasgow de 14, pele pálida, sem manchas e com temperatura de 37,2 ºC.Assinale a alternativa que apresenta a classificação do tipo de choque e conduta a ser adotada.
- AChoque cardiogênico compensado, classificação de insuficiência cardíaca congestiva classe c; deve-se introduzir droga inotrópica e vasodilatadora como, por exemplo, milrinona ou dobutamina.
- BChoque séptico hipodinâmico hipotensivo; deve-se introduzir droga vasopressora como, por exemplo, noraepinefrina.
- CChoque séptico hiperdinâmico compensado; deve- -se introduzir droga inotrópica e vasodilatadora como, por exemplo, epinefrina.
- DChoque cardiogênico compensado, classificação de insuficiência cardíaca congestiva classe b; deve-se introduzir diurético de alça.
- EChoque cardiogênico hipotensivo, classificação de insuficiência cardíaca congestiva classe d; deve-se introduzir dobutamina associada a epinefrina em dose baixa.