Assinale a alternativa em que a frase, elaborada com base em ideias do primeiro parágrafo, segue a norma-padrão e preserva o sentido original do texto.
AEla ajuda a superar uma postura inflexível a que muitas vezes nos subordinamos.
BEla ajuda a superar uma postura preconceituosa de que muitas vezes nos eximimos.
CEla ajuda a superar uma postura rigorosa de que muitas vezes apoiamos.
DEla ajuda a superar uma postura elitista a que muitas vezes pactuamos.
EEla ajuda a superar uma postura conciliatória que muitas vezes adotamos.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoA — Ela ajuda a superar uma postura inflexível a que muitas vezes nos subordinamos.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Regência e sentido: reescrita com base no texto
Gabarito: letra A. A alternativa A é a única que respeita a norma-padrão de regência e preserva o sentido original do texto, pois substitui corretamente o trecho original “pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos” por “postura inflexível a que muitas vezes nos subordinamos”, mantendo o paralelismo semântico (inflexível = categórico/preto ou branco) e a regência exigida pelo verbo “subordinar-se” (quem se subordina, subordina-se a algo).
“Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”
O verbo “sucumbir” rege a preposição a (sucumbir a algo), assim como “subordinar-se” também exige a (subordinar-se a algo). A alternativa A emprega corretamente a preposição antes do pronome relativo “a que”, formando a contração correta.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Sentido preservado: “inflexível” é sinônimo de “categórico, preto ou branco”, mantendo a ideia de pensamento rígido e sem nuances.
Regência correta: “subordinar-se a” — o verbo exige a preposição a, que aparece antes do pronome relativo “que” (a que). A forma “nos subordinamos” é reflexiva e adequada.
Base no texto: A frase original falava em “sucumbimos” (ceder), e a reescrita com “nos subordinamos” é semanticamente compatível.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Erro de sentido (fora do escopo): “preconceituosa” (preconceituosa) não corresponde ao texto, que fala de pensamento categórico, não de preconceito. Acrescenta uma ideia que não está no original — extrapolação.
A regência está correta (“eximir-se de”), mas o sentido é oposto: o texto diz que sucumbimos ao pensamento, não que nos eximimos dele.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Erro de regência (troca de conceito): O verbo “apoiar” é transitivo direto (apoiar algo), não rege a preposição “de”. O correto seria “que apoiamos” (sem preposição). O uso de “de que” é gramaticalmente incorreto.
Erro de sentido: “rigorosa” (rigorosa) não capta a ideia de “ou-preto-ou-branco”; é um adjetivo diferente. Além disso, “apoiar” não significa “sucumbir” — inverte a ação.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Erro de regência (troca de conceito): O verbo “pactuar” (pactuar) rege a preposição “com” (pactuar com algo), não a preposição “a”. O uso de “a que” é incorreto.
Erro de sentido: “elitista” (elitista) não está no texto e o verbo “pactuar” (fazer pacto) não corresponde a “sucumbir”.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Erro de sentido (contradiz o texto): “conciliatória” (conciliatória) é o oposto de “categórico/preto ou branco”. O texto critica o pensamento inflexível, não o conciliatório. A alternativa inverte o sentido.
Regência correta: “adotar” é transitivo direto, e o uso de “que” sem preposição está adequado — mas o sentido invalida a alternativa.
Conclusão: A única alternativa que simultaneamente respeita a norma-padrão de regência (verbo com a preposição correta antes do pronome relativo) e preserva o sentido original do texto (sinônimo adequado e ação de “sucumbir”) é a letra A.
NÃO CAIA NESSA!
A banca testa o conhecimento de regência verbal (subordinar-se a) e a capacidade de identificar paráfrases fiéis ao texto. O erro mais comum é escolher uma alternativa que gramaticalmente funciona, mas cujo sentido se desvia do original (como a B, com “eximir-se” — gramaticalmente correta, mas semanticamente oposta).