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Questão de Enfermagem — Saúde da Mulher — VUNESP 2019

EnfermagemSaúde da Mulher
Código
vu136944
Banca
VUNESP
Órgão
Pref Osasco
Ano
2019
Cargo
Enf ( )
Para responder à questão, considere o relato a seguir. M.J., 28 anos, II gesta, I para, foi admitida na unidade pós-curetagem devido a aborto espontâneo incompleto. Ao analisar os dados registrados no prontuário e no Cartão da Gestante, o enfermeiro observou que a paciente apresentava idade gestacional de 82/7 semanas quando ocorreu o abortamento, seu tipo sanguíneo era A, fator Rh negativo e havia dado à luz, há três anos, via parto normal, uma criança do sexo masculino, cuja tipagem sanguínea era A, fator Rh negativo. Constatou ainda que a gravidez atual é resultante de uma relação casual e que não existiam informações sobre as condições de saúde do atual parceiro. Considerando essa situação, é correto afirmar que
  1. AM.J. deve receber uma dose da imunoglobulina anti-D em até 72 horas após o abortamento.
  2. Ba aplicação da imunoglobulina anti-D é desnecessária por se tratar de abortamento incompleto antes da 12a semana de gestação.
  3. Cdeve ser realizado o teste de Coombs indireto, e, caso o resultado do exame seja negativo, M.J. deverá receber uma dose da imunoglobulina anti-D em até 72 horas após o aborto.
  4. Dé desnecessária a aplicação da imunoglobulina anti-D porque, sendo o primeiro filho de M.J. portador de Rh negativo, a paciente não apresenta risco para o desenvolvimento de aloimunização Rh D.
  5. Epor ter sido submetida a curetagem uterina, M.J. deve receber 3 doses de imunoglobulina anti-D, com intervalo de 24 horas entre elas, devendo a primeira dose ser aplicada o mais precocemente possível.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — M.J. deve receber uma dose da imunoglobulina anti-D em até 72 horas após o abortamento.

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