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Questão de Português — Reescrita de Frases. Substituição de Palavras ou Trechos de Texto. — VUNESP 2022

PortuguêsReescrita de Frases. Substituição de Palavras ou Trechos de Texto.
Código
vu164878
Banca
VUNESP
Órgão
Pref Bebedouro
Ano
2022
Cargo
Dir Esc (Bebedouro)

Filme “Tarja Branca”’ propõe revolução pela brincadeira

 

É raro encontrar algum adulto que não se comova ao ver a beleza das crianças brincando. Por um instante, batem saudades da leveza do mundo lúdico que povoa o universo infantil. Mas isso logo passa, afinal, crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. É exatamente isso que o documentário “Tarja Branca – a revolução que faltava”, dirigido por Cacau Rhoden, questiona.

 

Com um roteiro impecável, o filme intercala saborosas imagens de brincadeiras com vários depoimentos. Impossível não se identificar com as histórias e brincadeiras apresentadas e não se lembrar das cores brilhantes que devem fazer parte da vida de todas as crianças. Mais que isso, improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?”

 

Do início ao fim, o documentário conduz o espectador a essa reflexão. O casamento que o filme promove entre as brincadeiras e as manifestações culturais típicas brasileiras é comovente, além de fazer todo o sentido. “A grande riqueza da cultura popular é que ela é a chance de você ter uma segunda infância”, afirma a coreógrafa Andrea Jabor.

 

Vê-se que a equipe viajou pelos rincões do Brasil todo para captar a alegria de um povo brincante com o objetivo de alertar que a brincadeira não pode morrer, especialmente nas metrópoles, onde há cada vez menos espaço para o lúdico. “Tirar o tempo livre de recreio, o pouco contato que ela possa ter com a natureza é o maior pecado que a gente está cometendo com a criança”, afirma a pedagoga Ana Lucia Villela, que diz se sentir profundamente triste ao constatar que 9 entre 10 crianças das grandes cidades preferem ir ao shopping a brincar.

 

O documentário prega que o prazer da brincadeira deve ser incentivado desde cedo para que, quando adulta, a pessoa continue brincando e saiba buscar a verdadeira felicidade. “Ir atrás do seu próprio desejo. Isso é brincar. A única solução para nós é fazermos o que gostamos. Se formos pagos por isso, melhor, mas é secundário”, opina o psicólogo argentino Ricardo Goldenberg.

 

Para Lydia Hortélio, a solução para muitos problemas da sociedade vem junto com crianças brincantes. “Eu estou pela revolução que falta, que é esta revolução da criança. É isso que vai nos tirar deste mal-estar, dessa tristeza generalizada que a gente vê nas pessoas, essa falta de alegria que a gente está vivendo”, e vai além: “E a violência está aí porque as pessoas foram violentadas na sua capacidade de ser gente”.

 

Pião, bolinha de gude, pipa, carrinho de lata, cantigas de roda. Para a criança, é simples ser feliz em um mundo de brincadeira. Por que, então, depois de adultas, as pessoas acham vergonhoso brincar? Quem brinca é mais feliz. Ponto.

 

(Xandra Stefanel. https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2014/06/tarja-branca-propoe-uma-revolucao-pela-brincadeira-9425/ Adaptado)

Texto

   

A alternativa cuja reescrita mantém coerência com as ideias do texto e está corretamente pontuada encontra- se em:

  1. ABrincar é fazer o que a gente gosta, por isso é hábito que deve ser incentivado desde cedo, assim, contanto que a pessoa continue pela vida um ser brincante, são grandes suas chances de ser feliz.
  2. BBrincar é fazer o que a gente gosta, portanto é hábito que deve ser incentivado desde cedo, ou seja, desde que a pessoa continue pela vida um ser brincante são grandes suas chances de ser feliz.
  3. CBrincar é fazer o que a gente gosta, todavia é hábito que deve ser incentivado desde cedo, aliás ainda que a pessoa continue pela vida um ser brincante, são grandes suas chances de ser feliz.
  4. DBrincar é fazer o que a gente gosta, porém é hábito que deve ser incentivado desde cedo, além disso, mesmo que a pessoa continue pela vida um ser brincante, são grandes suas chances de ser feliz.
  5. EBrincar é fazer o que a gente gosta tanto que é hábito que deve ser incentivado desde cedo, logo, caso a pessoa continue pela vida um ser brincante são grandes suas chances de ser feliz.
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GabaritoA — Brincar é fazer o que a gente gosta, por isso é hábito que deve ser incentivado desde cedo, assim, contanto que a pessoa continue pela vida um ser brincante, são grandes suas chances de ser feliz.

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