Questão de Medicina — Toxemia gravídica (Eclampsia) — VUNESP 2026
MedicinaToxemia gravídica (Eclampsia)
- Código
- vu165359
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- UNIP
- Ano
- 2026
- Cargo
- Med Res ( )
A.C.M., 32 anos, G1P0A0, 35 semanas, chega à emergência com edema importante em face e mãos há 3 dias e ganho de 3 kg na última semana. Nega cefaleia, escotomas, epigastralgia ou alterações visuais. Nega sangramento ou perda de líquido. Movimentação fetal presente. PA nas consultas anteriores sempre normal (última há 15 dias: 110/70 mmHg). Nega comorbidades. Mãe hipertensa. Exame: PA: 150/100 mmHg (confirmada), FC: 88 bpm. Edema ++/4+ em face e MMII. AU: 32 cm, BCF: 145 bpm, útero normotenso. Laboratório: Plaquetas: 180.000/mm3 TGO: 28 U/L | TGP: 32 U/L | DHL: 320 U/L Creatinina: 0,9 mg/dL | Ureia: 28 mg/dL Proteinúria 24h: 450 mg Ácido úrico: 5,8 mg/dL USG: feto único, biometria: 34 sem, peso 2.100 g (p18), LA normal, doppler normal A equipe retorna informando nova PA: 148/98 mmHg. Paciente permanece assintomática. Qual a classificação diagnóstica mais precisa e a conduta obstétrica indicada?
- AHipertensão gestacional – acompanhamento ambulatorial semanal até 37 semanas.
- BPré-eclâmpsia sem critérios de gravidade – internação, sulfato de magnésio, resolução em 48h após corticoide.
- CPré-eclâmpsia sem critérios de gravidade – acompanhamento ambulatorial rigoroso se aderente, corticoide, resolução com 37 semanas.
- DPré-eclâmpsia com critérios de gravidade – internação, sulfato de magnésio, resolução imediata.
- EPré-eclâmpsia superajuntada – investigar HAS crônica, internar e resolver com 36 semanas.