A fala do sargento “O que foi agora? Você criticou a comida dele de novo?” permite concluir que o soldado que está a seu lado
Adesconhece a comida do cozinheiro.
Bcritica quem gosta de olhar estrelas.
Cé normalmente cortês com o cozinheiro.
Dreclama da comida do cozinheiro.
Eassocia a comida à beleza das estrelas.
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GabaritoD — reclama da comida do cozinheiro.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Inferência a partir da fala do sargento
Gabarito: letra D. A fala do sargento — "O que foi agora? Você criticou a comida dele de novo?" — permite concluir que o soldado reclama da comida do cozinheiro, pois o verbo "criticar" e o advérbio "de novo" indicam que essa ação já ocorreu antes e está se repetindo. A alternativa D é a única que parafraseia corretamente essa ideia, sem acrescentar informações que o texto não traz.
O comando pede uma conclusão (inferência), ou seja, não se trata de localizar uma informação explícita, mas de deduzir algo a partir das pistas deixadas no texto. Na tirinha, o sargento pergunta ao soldado se ele criticou a comida "de novo", o que pressupõe que o soldado já havia criticado a comida anteriormente. Essa pressuposição está marcada linguisticamente pelo advérbio "de novo", que indica repetição de uma ação passada.
A técnica para resolver é identificar o pressuposto — aquilo que está implícito na fala, mas é dado como verdadeiro para que a frase faça sentido. Se o sargento pergunta "Você criticou a comida dele de novo?", ele parte do princípio de que o soldado já criticou a comida antes. Portanto, a conclusão legítima é que o soldado reclama da comida do cozinheiro — "criticar a comida" é uma forma de reclamar dela.
As demais alternativas ou extrapolam o texto (como associar a comida a estrelas, que não aparece na fala) ou contradizem o que está implícito (como dizer que o soldado desconhece a comida, quando ele claramente a conhece e a critica). A banca adora explorar a confusão entre o que está explícito e o que está implícito, oferecendo alternativas que parecem plausíveis mas não têm base no texto.
PEGA ESSA DICA!
Grife o comando: "permite concluir" pede inferência com pista, não o que está escrito. O advérbio "de novo" é a pista-chave — ele pressupõe repetição de uma ação anterior.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Desconhece a comida do cozinheiro. O texto não diz isso; pelo contrário, a fala do sargento pressupõe que o soldado conhece a comida e a critica. A alternativa contradiz o texto ao afirmar desconhecimento, quando a ação de criticar exige conhecimento prévio.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Critica quem gosta de olhar estrelas. Não há qualquer menção a estrelas ou a quem gosta de olhá-las na fala do sargento. A alternativa extrapola o texto, inventando uma relação que não existe.
Alternativa C — ❌ Incorreta
É normalmente cortês com o cozinheiro. O texto não traz informação sobre cortesia; pelo contrário, a fala do sargento sugere que o soldado critica a comida, o que não é um comportamento cortês. A alternativa acrescenta opinião que o texto não sustenta.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Reclama da comida do cozinheiro. A fala do sargento — "Você criticou a comida dele de novo?" — pressupõe que o soldado já criticou a comida antes. "Criticar a comida" é uma forma de reclamar dela. A alternativa parafraseia corretamente a ideia implícita, sem acrescentar nada de fora.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Associa a comida à beleza das estrelas. Não há qualquer menção a estrelas ou à beleza delas na fala do sargento. A alternativa extrapola o texto, criando uma associação que não existe.
Conclusão: a única alternativa inteiramente sustentada pelo texto é a letra D, pois a fala do sargento pressupõe que o soldado já criticou a comida do cozinheiro antes — ou seja, ele reclama da comida. As demais ou contradizem o texto ou extrapolam informações que não estão presentes.