Questão de Matemática — Análise Combinatória (Princípio Fundamental da Contagem, Arranjos, Combinações, Permutações) — VUNESP 2026
- Código
- vu167211
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- USCS
- Ano
- 2026
- Cargo
- Vest ( )
- A70.
- B50.
- C100.
- D30.
- E140.
GabaritoE — 140.
Gabarito: letra E — a conta chega a 140 maneiras — alternativa E.
A análise combinatória conta de quantas formas podemos agrupar elementos. Quando a ordem dentro do grupo não importa, usamos a combinação: escolher k elementos entre n disponíveis, sem repetir e sem se importar com a sequência. A fórmula é C(n,k) = n! / (k! · (n-k)!).
A combinação C(n,k) conta quantos subconjuntos de tamanho k existem em um conjunto de n elementos. Ela cresce rapidamente com n e com k. Quando temos restrições, como 'dois elementos não podem ficar juntos', o caminho é contar o total sem restrição e subtrair os casos proibidos. Se os grupos são distintos (atividade A e B), cada divisão é contada uma vez para cada escolha do grupo A.
Aqui precisamos dividir 10 pessoas em dois grupos de 5, com atividades diferentes, e excluir os casos em que Alberto e Bruno ficam juntos. Vamos usar combinação para escolher o grupo A e depois subtrair os casos proibidos.
10 funcionários no total
2 grupos de 5 pessoas cada
atividades diferentes para cada grupo
Alberto e Bruno não podem ficar juntos
O que queremos: o número de maneiras de dividir os funcionários respeitando a restrição
Primeiro contamos todas as formas de dividir os 10 funcionários em dois grupos de 5, sem nos preocupar com a restrição. Como as atividades são diferentes, escolher o grupo A já define o grupo B (os que sobraram).
Por que esta fórmula: Usamos combinação porque a ordem dentro do grupo não importa: escolher 5 pessoas entre 10 para a atividade A. A fórmula C(10,5) = 10! / (5! · 5!) = 252.
De onde vem cada valor: = enunciado: 10 funcionários · = enunciado: grupos de 5 pessoas
Esquecer que os grupos são distintos e dividir por 2, o que daria 126. Mas como as atividades são diferentes, cada divisão é única.
Agora precisamos excluir as divisões em que Alberto e Bruno ficam juntos. Eles podem estar juntos no grupo A ou no grupo B. Vamos contar cada caso separadamente.
Por que esta fórmula: Se eles estão juntos no grupo A, já escolhemos 2 pessoas (Alberto e Bruno) e precisamos escolher mais 3 entre os 8 restantes para completar o grupo. Isso é C(8,3). O mesmo vale para o grupo B, então multiplicamos por 2.
De onde vem cada valor: = constante: dois grupos possíveis (A ou B) · = constante: 10 funcionários - 2 fixos (Alberto e Bruno) · = constante: 5 vagas no grupo - 2 já preenchidas
112 casos proibidos
Contar apenas um grupo (56) e esquecer que eles podem estar juntos no outro grupo também.
O total sem restrição inclui os casos em que Alberto e Bruno estão juntos, que não são permitidos. Subtraindo, obtemos exatamente as divisões válidas.
Por que esta fórmula: A contagem correta é: total - proibidos = válidos. Não há outra fórmula, é uma subtração direta.
De onde vem cada valor: = passo 1 · = passo 2
Subtrair apenas 56 (um grupo) e obter 196, ou dividir o total por 2 antes de subtrair, o que daria 70.
Resposta: 140 maneiras — alternativa E
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