Questão de Matemática — Geral — VUNESP 2026
- Código
- vu167250
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- FEMA
- Ano
- 2026
- Cargo
- Vest ( )

- A100 cm2.
- B200 cm2.
- C150 cm2.
- D300 cm2.
- E250 cm2.

GabaritoC — 150 cm2.
Gabarito: letra C — a conta chega a 150 cm² — alternativa C.
O Teorema de Pitágoras relaciona os três lados de um triângulo retângulo: o quadrado da hipotenusa (lado oposto ao ângulo reto) é igual à soma dos quadrados dos catetos. A área de um triângulo retângulo é metade do produto dos dois catetos, pois ele é metade de um retângulo.
No triângulo retângulo, se os catetos medem a e b e a hipotenusa mede c, então c² = a² + b². A área é (a × b) / 2. Para usar essas relações, precisamos identificar corretamente quais lados são catetos e qual é a hipotenusa em cada triângulo da figura.
Esta questão exige enxergar um triângulo retângulo auxiliar dentro do trapézio, formado pela altura BC e pela diferença entre as bases. A partir dele, montamos uma equação com o Teorema de Pitágoras para descobrir o lado AD, que é compartilhado com o triângulo ADE.
AB = 4 cm
BC = 12 cm
AE = 15 cm
AD = CD
O que queremos: a área do triângulo ADE
O trapézio retângulo tem dois ângulos retos, mas o lado AD é inclinado. Para usar o Teorema de Pitágoras, precisamos de um triângulo retângulo dentro do trapézio. Traçando uma linha de C perpendicular a AB, formamos esse triângulo, com catetos BC e a diferença entre as bases, e hipotenusa AD.
Não perceber que a altura interna é igual a BC, pois o trapézio é retângulo e BC já é perpendicular às bases.
No triângulo auxiliar, conhecemos um cateto (BC = 12 cm) e sabemos que o outro cateto é a diferença entre as bases (CD - AB). Como CD = AD, esse cateto é (AD - 4). A hipotenusa é AD. Aplicando o Teorema de Pitágoras, obtemos uma equação que nos permite achar AD.
Por que esta fórmula: O Teorema de Pitágoras é a relação que liga os lados de qualquer triângulo retângulo. Aqui, o triângulo auxiliar é retângulo, então vale: hipotenusa² = cateto1² + cateto2².
De onde vem cada valor: = enunciado: lado do trapézio, também lado do triângulo ADE · = enunciado: 12 cm · = enunciado: CD = AD · = enunciado: 4 cm
Esquecer que CD = AD e usar CD como incógnita separada, complicando a equação.
A equação do passo anterior tem AD dos dois lados. Precisamos expandir o quadrado (AD - 4)² para simplificar e isolar AD. Isso é necessário para resolver a equação.
Por que esta fórmula: Usamos a identidade (a - b)² = a² - 2ab + b² para expandir o termo.
De onde vem cada valor: = passo 2: termo do quadrado de AD · = passo 2: 12² · = passo 2: termo do dobro produto de (AD - 4)² · = passo 2: 4²
Errar o sinal ao expandir (AD - 4)², esquecendo o termo -8·AD.
Com a equação simplificada, cancelamos AD² dos dois lados e resolvemos para AD, que é o valor que precisamos.
Por que esta fórmula: Após cancelar AD², temos 0 = -8·AD + 160. Somando 8·AD dos dois lados e dividindo por 8, obtemos AD.
De onde vem cada valor: = passo 3: coeficiente de AD após simplificação · = passo 3: 144 + 16
Dividir 160 por 8 errado, ou esquecer de cancelar AD² corretamente.
Agora temos os dois catetos do triângulo ADE: AD = 20 cm e AE = 15 cm. A área de um triângulo retângulo é metade do produto dos catetos.
Por que esta fórmula: A área de qualquer triângulo é (base × altura) / 2. No triângulo retângulo, os catetos são perpendiculares, então um pode ser a base e o outro a altura.
De onde vem cada valor: = passo 4: 20 cm · = enunciado: 15 cm
Usar a fórmula da área do trapézio em vez da do triângulo, ou esquecer de dividir por 2.
Resposta: 150 cm² — alternativa C
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