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Questão de Matemática — Geral — VUNESP 2026

MatemáticaGeral
Código
vu167258
Banca
VUNESP
Órgão
UNESP
Ano
2026
Cargo
V - - Vest ( )
A figura indica um retângulo ABCD, de comprimento AD = 12 m\text{ m} e largura DC = 8,5 m\text{ m}, que foi dobrado, com AE = DH, formando um paralelepípedo reto-retângulo vazado, de seção transversal retangular EFGH de 18 m\text{ m}^2.   Na situação descrita, o volume do paralelepípedo vazado que se formou, em m\text{m}^3, éImagem associada para resolução da questão
  1. A136,00.
  2. B148,75.
  3. C150,28.
  4. D152,32.
  5. E153,00.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoE — 153,00.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Resolução

Gabarito: letra E — a conta chega a 153,00 m³ — alternativa E.

A ideia por trás

Um paralelepípedo reto-retângulo é uma caixa com seis faces retangulares. O volume de qualquer prisma é a área da base multiplicada pela altura. Aqui, a base é a seção transversal EFGH, um retângulo, e a altura é a distância entre as duas bases, que corresponde à largura original do retângulo de papel.

Ao dobrar o retângulo, o comprimento AD (12 m) não vira uma aresta do sólido, mas sim o contorno da seção transversal: ele se transforma no perímetro do retângulo EFGH. Assim, temos duas informações sobre essa seção: o perímetro (2x + 2y = 12) e a área (x·y = 18). Com essas duas equações, encontramos as dimensões x e y da base. O volume é então a área da base (18 m²) vezes a altura (8,5 m).

Esta questão cobra a interpretação geométrica da dobradura: perceber que o comprimento do retângulo vira o perímetro da seção, e não uma aresta do sólido. A partir daí, é resolver o sistema para achar as dimensões da base e multiplicar pela altura.

O que a questão dá

  • comprimento AD = 12 m

  • largura DC = 8,5 m

  • área da seção transversal EFGH = 18 m²

O que queremos: o volume do paralelepípedo vazado formado pela dobradura

Passo 1 — Montar a equação do perímetro

Ao dobrar o retângulo, o comprimento AD (12 m) se transforma no contorno da seção transversal EFGH. Como a seção é um retângulo, seu perímetro é a soma dos quatro lados, e esse perímetro é exatamente o comprimento original do papel.

Por que esta fórmula: O perímetro de um retângulo é 2 vezes a soma dos lados. Como o papel foi dobrado, o comprimento AD vira esse perímetro.

2x+2y=122x + 2y = 12

De onde vem cada valor: xx = definição: uma das dimensões da seção EFGH · yy = definição: a outra dimensão da seção EFGH · 1212 = enunciado: comprimento AD = 12 m

2x+2y=122x + 2y = 12
x+y=6x + y = \boxed{6}
NÃO CAIA NESSA!

Achar que 12 m é uma aresta do sólido e usá-lo como altura ou comprimento, em vez de perímetro.

Passo 2 — Montar a equação da área

Além do perímetro, temos a área da seção transversal, que é dada no enunciado. Essa área é o produto das duas dimensões x e y.

Por que esta fórmula: A área de um retângulo é o produto do comprimento pela largura.

xy=18x \cdot y = 18

De onde vem cada valor: xx = passo 1: uma dimensão da seção · yy = passo 1: a outra dimensão da seção · 1818 = enunciado: área da seção EFGH = 18 m²

xy=18x \cdot y = 18
xy=18x \cdot y = \boxed{18}
NÃO CAIA NESSA!

Esquecer que a área é dada e tentar calcular as dimensões apenas com o perímetro.

Passo 3 — Resolver o sistema para achar x e y

Temos duas equações com duas incógnitas: x + y = 6 e x·y = 18. Precisamos encontrar os valores de x e y para conhecer as dimensões da base.

Por que esta fórmula: Da primeira equação, isolamos y = 6 - x e substituímos na segunda, obtendo uma equação do segundo grau. Resolvendo, encontramos os pares (3, 3) e (6, 0), mas como a área é 18, o par correto é (3, 6).

x(6x)=18x(6 - x) = 18

De onde vem cada valor: xx = passo 1: uma dimensão · 6x6 - x = passo 1: y isolado de x + y = 6 · 1818 = passo 2: área

x(6x)=18x(6 - x) = 18

x = 3, y = 6 (ou vice-versa)

NÃO CAIA NESSA!

Tentar resolver por tentativa e erro sem montar a equação, ou errar o sinal ao isolar y.

Passo 4 — Calcular o volume do paralelepípedo

Com a área da base (18 m²) e a altura (8,5 m), o volume é o produto desses dois valores. A altura é a largura original do retângulo, que não foi dobrada.

Por que esta fórmula: O volume de um prisma reto é a área da base vezes a altura. Aqui a base é a seção EFGH e a altura é DC.

V=Abase×hV = A_{base} \times h

De onde vem cada valor: AbaseA_{base} = enunciado: 18 m² · hh = enunciado: DC = 8,5 m

V=18×8,5=153 m3V = 18 \times 8{,}5 = \boxed{153\ \text{m}^{3}}
NÃO CAIA NESSA!

Usar o comprimento AD (12 m) como altura, ou multiplicar as dimensões da seção (3 e 6) pela altura, o que daria o mesmo resultado, mas confundir a base.

Resposta: 153,00 m³ — alternativa E

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