Questão de Matemática — Análise Combinatória (Princípio Fundamental da Contagem, Arranjos, Combinações, Permutações) — VUNESP 2026
- Código
- vu167288
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- UniCEUB
- Ano
- 2026
- Cargo
- Vest Med ( )
- A42.
- B128.
- C36.
- D56.
- E18.
GabaritoA — 42.
Gabarito: letra A — a conta chega a 42 opções diferentes — alternativa A.
A análise combinatória conta de quantas maneiras podemos escolher ou organizar elementos. Quando a ordem não importa — escolher mamão, banana e laranja é o mesmo que laranja, banana e mamão — usamos a combinação. O princípio aditivo diz que, se temos casos que não podem acontecer ao mesmo tempo, somamos as contagens de cada caso.
A combinação de p elementos escolhidos entre n disponíveis é C(n,p) = n! / (p! (n-p)!). Ela conta quantos subconjuntos de tamanho p existem. Quando o problema permite escolher de 3 a 6 frutas, temos quatro casos excludentes: escolher exatamente 3, ou 4, ou 5, ou 6. Pelo princípio aditivo, somamos C(6,3) + C(6,4) + C(6,5) + C(6,6).
Esta questão cobra exatamente isso: identificar que a ordem não importa (combinação) e que os casos de 3, 4, 5 e 6 frutas são mutuamente exclusivos, então devemos somar as combinações.
total de frutas disponíveis = 6
mínimo de frutas por salada = 3
máximo de frutas por salada = 6
O que queremos: o número de opções diferentes de saladas de frutas
Precisamos contar de quantas maneiras podemos escolher exatamente 3 frutas entre as 6 disponíveis. Como a ordem não importa, usamos combinação.
Por que esta fórmula: A fórmula de combinação C(n,p) = n! / (p! (n-p)!) conta subconjuntos de tamanho p sem considerar ordem.
De onde vem cada valor: = enunciado: total de frutas · = enunciado: mínimo de frutas
Usar arranjo (ordem importa) e obter 120, mas aqui a ordem não importa.
Agora contamos as saladas com exatamente 4 frutas. É outro caso excludente, então calculamos separadamente.
Por que esta fórmula: Mesma fórmula de combinação, agora com p = 4.
De onde vem cada valor: = enunciado: total de frutas · = enunciado: máximo de frutas (parte do intervalo)
Confundir com C(6,2) = 15, mas aqui é 4, não 2.
Contamos as saladas com exatamente 5 frutas. Ainda é um caso separado.
Por que esta fórmula: Usamos combinação com p = 5. Dica: C(6,5) = C(6,1) = 6, pois escolher 5 é o mesmo que deixar 1 de fora.
De onde vem cada valor: = enunciado: total de frutas · = enunciado: máximo de frutas (parte do intervalo)
Calcular como 5! = 120, esquecendo o denominador.
Por fim, contamos a salada com todas as 6 frutas. Só há uma maneira.
Por que esta fórmula: C(6,6) = 1, pois escolher todos os elementos é uma única opção.
De onde vem cada valor: = enunciado: máximo de frutas
Esquecer que 0! = 1 e achar que dá 0.
Como o cliente pode escolher 3 OU 4 OU 5 OU 6 frutas, e esses casos não se sobrepõem, o princípio aditivo manda somar as contagens.
Por que esta fórmula: Total = C(6,3) + C(6,4) + C(6,5) + C(6,6).
De onde vem cada valor: = passo 1 · = passo 2 · = passo 3 · = passo 4
Multiplicar os casos em vez de somar, obtendo 20 × 15 × 6 × 1 = 1800.
Resposta: 42 opções diferentes — alternativa A
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