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Questão de Matemática — Função de Segundo Grau — VUNESP 2026

MatemáticaFunção de Segundo Grau
Código
vu167312
Banca
VUNESP
Órgão
UNISA
Ano
2026
Cargo
Vest Med ( )
Dadas as constantes reais h, k e a \ne 0, uma função quadrática pode ser expressa por f(x) = a(x – h)2 + k, denominada forma canônica. Nessa forma, o ponto (h, k) é o vértice da parábola que representa f, e a é o coeficiente do termo de segundo grau.   Considere a seguinte representação gráfica de uma função quadrática f.   O coeficiente do termo de segundo grau dessa função é igual aImagem associada para resolução da questão
  1. A0,6.
  2. B0,4.
  3. C0,8.
  4. D0,3.
  5. E0,9.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — 0,3.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Resolução

Gabarito: letra D — a conta chega a a = 0,3 — alternativa D.

A ideia por trás

A função quadrática descreve uma parábola, e a forma canônica f(x) = a(x - h)^2 + k é uma maneira de escrevê-la que mostra logo o vértice (h, k). O coeficiente a é o mesmo da forma geral ax² + bx + c: ele controla a abertura da parábola — se a > 0 ela abre para cima, se a < 0 para baixo, e quanto maior o módulo de a, mais fechada ela fica.

Na forma canônica, o vértice aparece explicitamente: (h, k). Para descobrir a, basta substituir as coordenadas de um ponto qualquer da parábola (diferente do vértice) na fórmula, junto com h e k, e resolver a equação que sobra. O vértice não serve para isso, porque (h - h)² = 0 e a equação se anula.

Esta questão fornece o gráfico com o vértice e um ponto marcado; o que precisamos fazer é ler essas coordenadas e aplicá-las na forma canônica para isolar a.

O que a questão dá

  • vértice da parábola: (h, k) = (3, 1)

  • ponto da parábola: (x, y) = (5, 2,2)

  • forma canônica: f(x) = a(x - h)^2 + k

O que queremos: o coeficiente a do termo de segundo grau

Passo 1 — Ler o vértice e um ponto no gráfico

A forma canônica usa o vértice (h, k) e um ponto qualquer (x, y) da parábola. Sem esses dois dados não há como montar a equação. No gráfico, o vértice é o ponto mais baixo da curva, e o outro ponto é onde a curva cruza uma linha tracejada.

veˊrtice(3,1)eponto(5,2,2)\boxed{\text{v}é\text{rtice} (3, 1) \text{e} \text{ponto} (5, 2,2)}
NÃO CAIA NESSA!

Trocar as coordenadas do vértice, por exemplo ler (1, 3) em vez de (3, 1).

Passo 2 — Substituir os valores na forma canônica

Com o vértice e o ponto em mãos, a forma canônica vira uma equação com uma única incógnita, a. Substituir é o passo que transforma a fórmula genérica em uma conta concreta.

Por que esta fórmula: A forma canônica é a única que relaciona a com o vértice e um ponto; a forma geral não mostra o vértice diretamente.

y=a(xh)2+ky = a(x - h)^{2} + k

De onde vem cada valor: yy = passo 1: 2,2 · xx = passo 1: 5 · hh = passo 1: 3 · kk = passo 1: 1

2,2=a(53)2+12{,}2 = a(5 - 3)^{2} + 1
NÃO CAIA NESSA!

Usar (x + h) em vez de (x - h), o que daria (5 + 3)² = 64 e um a errado.

Passo 3 — Isolar o coeficiente a

A equação do passo anterior tem a como única incógnita; isolá-la é a última conta. Primeiro subtraímos k dos dois lados, depois dividimos pelo quadrado da diferença.

Por que esta fórmula: Manipulação algébrica padrão: subtrair 1 dos dois lados e dividir por (5 - 3)² = 4.

a = fracy - k(x - h)^2

De onde vem cada valor: yy = passo 1: 2,2 · kk = passo 1: 1 · xx = passo 1: 5 · hh = passo 1: 3

a = frac2,2 - 1(5 - 3)^2 = frac1,24 = 0,3
NÃO CAIA NESSA!

Esquecer de elevar ao quadrado a diferença (5 - 3), usando 2 em vez de 4 no denominador.

Resposta: a = 0,3 — alternativa D

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