Questão de Medicina — Infecções virais transmitidas por artrópodes — VUNESP 2023
MedicinaInfecções virais transmitidas por artrópodes
- Código
- vu188964
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Pref Piracicaba
- Ano
- 2023
- Cargo
- Med (Piracicaba)
“Secretaria de Estado de Saúde emite alerta sobre febre amarela após caso notificado em São Paulo”. “O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) emitiu um alerta depois da confirmação de um caso humano de febre amarela no município de Vargem Grande do Sul, em São Paulo, notificado em 23/01/2023. Trata- -se de um paciente de 73 anos, sexo masculino, morador da Zona Rural, não vacinado para febre amarela.” (Governo do Estado do Rio de Janeiro. Secretaria de Saúde. Disponível em: https://www.saude.rj.gov.br/noticias/2023/02/secretaria-de-estado-de-saude- -emite-alerta-sobre-febre-amarela-apos-caso-notificado-em-sao-paulo). A definição de caso suspeito de febre amarela é:
- Aindivíduo que evoluiu para óbito em menos de vinte dias, com confirmação laboratorial de febre amarela, em período e área compatíveis com surto ou epidemia, em que outros casos e/ou epizootias de primatas não humanos já tenham sido confirmados.
- Bindivíduo não vacinado contra febre amarela que apresenta quadro infeccioso febril subagudo, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, que esteve, nos últimos sete (7) dias, em área de risco e/ou em locais com recente ocorrência de epizootia em primatas não humanos.
- Cindivíduo não vacinado contra febre amarela, ou com estado vacinal ignorado, que manifesta quadro infeccioso febril agudo, de início súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, que esteve, nos últimos 15 dias, em área de risco, e/ou em locais com recente ocorrência de epizootia em primatas não humanos, e/ou em áreas recém-afetadas e suas proximidades.
- Dindivíduo que, independentemente da situação vacinal contra febre amarela, apresenta quadro infeccioso febril agudo, de início insidioso, acompanhado de manifestações íctero-hemorrágicas, com exposição, nos últimos 10 dias, em área de risco, e/ou em locais com ocorrência recente de epizootia em primatas não humanos, e/ou áreas com casos de febre amarela em humanos no último ano.
- Eindivíduo que resida em área onde se registram casos da doença ou que tenha viajado nos últimos 14 dias para área com ocorrência de transmissão ou presença de Aedes aegypti. Deve apresentar febre, usualmente entre dois e sete dias, e duas ou mais das seguintes manifestações: náuseas, vômitos, exantema, mialgia, artralgia, cefaleia, dor retro-orbitária, petéquias, prova do laço positiva, leucopenia.