Questão de Segurança e Saúde no Trabalho — Demais Técnicas de Avaliação de Riscos — VUNESP 2023
Segurança e Saúde no TrabalhoDemais Técnicas de Avaliação de Riscos
- Código
- vu194708
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Pref Pindamonhangaba
- Ano
- 2023
- Cargo
- TST (Pref Pinda)
No desenvolvimento do gerenciamento de riscos na organização, a análise de riscos é prática usual e, para tanto, o profissional prevencionista tem à disposição várias técnicas de análise de riscos, cabendo a ele escolher a mais adequada. A respeito dessas técnicas, é correto afirmar:
- AA análise de Modos de Falhas e Efeitos – AMFE é aplicada com o propósito de avaliar quantitativamente o impacto de cada tipo de falha, assumida como factível, na funcionalidade de um sistema de produção, permitindo estudar os desvios comportamentais dos trabalhadores envolvidos.
- Ba Análise Preliminar de Riscos – APR é um procedimento especialmente recomendado quando o sistema analisado é de amplo domínio e se presume que são detectáveis todos os riscos passíveis de surgir em sua operação, pois permite análise detalhada e em profundidade, produzindo achados importantes para a prevenção.
- CA análise de Árvore de Falhas – AAF foi desenvolvida pela Força Aérea Americana, para poder contar com o auxílio de computadores na análise de sistemas complexos, com o suporte da lógica Booleana na simulação de situações extremas e antecipação de cenários verossímeis e catastróficos, encontrando pequena aplicação na indústria de transformação.
- Do objetivo de um HAZOP (Hazards and Operability Study) é investigar, de forma minuciosa e metódica, cada segmento de um processo, visando descobrir os possíveis desvios das condições normais de operação, identificando as causas responsáveis por tais anormalidades e as respectivas consequências, em diferentes pontos do sistema (nós de estudo).
- Eo Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Espinha de Peixe, é um método para identificar erros humanos e condições inseguras, que contribuem para o surgimento de situações operacionais cuja recuperação seja difícil, e é utilizado para a capacitação de operadores de sistemas e equipamentos complexos, cujas falhas seriam catastróficas.