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Questão de Biologia — Equipamentos, Vidrarias e Lâminas — VUNESP 2024

BiologiaEquipamentos, Vidrarias e Lâminas
Código
vu198729
Banca
VUNESP
Órgão
Pref Peruíbe
Ano
2024
Cargo
TLab ( )
É um tubo longo de vidro, com graduações permanentes e bem definidas, de modo a facilitar a leitura e acompanhado de uma torneira de vidro ou de teflon, que permite o escoamento dos líquidos de modo uniforme. Geralmente é utilizado em análises volumétricas para a prática de titulações.   Trata-se
  1. Ada bureta.
  2. Bda proveta.
  3. Cda pipeta volumétrica.
  4. Ddo Erlenmeyer.
  5. Edo balão volumétrico.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — da bureta.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Vidrarias de laboratório: bureta, proveta, pipeta e outras

Gabarito: letra A. O enunciado descreve exatamente a bureta: tubo longo de vidro com graduações permanentes e torneira (de vidro ou teflon) que permite escoamento uniforme, sendo o instrumento clássico das titulações volumétricas. As demais alternativas — proveta, pipeta volumétrica, Erlenmeyer e balão volumétrico — não possuem torneira e não são usadas para escoar volumes controlados em titulação.

A bureta é uma vidraria de precisão destinada à medida exata de volumes líquidos, especialmente em análises volumétricas. Sua característica distintiva é a presença de uma torneira na extremidade inferior, que permite liberar o líquido gota a gota, de forma controlada e uniforme. Essa torneira pode ser de vidro esmerilado ou de teflon (PTFE), sendo este último mais resistente a reagentes e menos sujeito a travamentos. O tubo é longo e estreito, com graduações finas e bem definidas, o que garante leitura precisa do volume escoado. Na prática, a bureta é preenchida com a solução titulante e, durante a titulação, o analista abre a torneira e deixa o líquido escoar lentamente sobre a amostra, até que o ponto de virada do indicador seja atingido. O volume gasto é lido pela diferença entre as leituras inicial e final na escala.

A confusão mais comum é entre bureta e pipeta volumétrica: ambas medem volumes com precisão, mas a pipeta transfere um volume fixo e único (não possui torneira), enquanto a bureta escoa volumes variáveis de forma contínua. Já a proveta é um cilindro graduado de menor precisão, usado para medidas aproximadas, sem torneira. O Erlenmeyer é um frasco cônico usado como recipiente da solução a ser titulada, não mede volume. O balão volumétrico é usado para preparar soluções com volume exato, mas não possui torneira e não é usado em titulações.

A pegadinha da banca está em descrever a bureta sem nomeá-la, exigindo que o candidato identifique o instrumento pelas suas características funcionais. O termo-chave é "torneira" — nenhuma das outras vidrarias listadas possui esse componente. Além disso, a menção a "análises volumétricas" e "titulações" reforça a bureta, pois é o único instrumento que combina graduação precisa com escoamento controlado.

Guarde a distinção central: bureta = torneira + escoamento controlado; pipeta = volume fixo, sem torneira; proveta = medida aproximada, sem torneira. É exatamente essa fronteira que separa as alternativas.

1Bureta
Torneira (vidro/teflon)
Escoamento controlado
Titulações
2Pipeta volumétrica
Volume fixo
Sem torneira
3Proveta
Medida aproximada
Sem torneira
4Erlenmeyer
Recipiente da titulação
Não mede volume
5Balão volumétrico
Prepara soluções
Sem torneira
Vidrarias de laboratório
LEVELsoulevel.com.br
Vidrarias de laboratório: Bureta (Torneira (vidro/teflon), Escoamento controlado, Titulações); Pipeta volumétrica (Volume fixo, Sem torneira); Proveta (Medida aproximada, Sem torneira); Erlenmeyer (Recipiente da titulação, Não mede volume); Balão volumétrico (Prepara soluções, Sem torneira)

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A bureta é o único instrumento da lista que possui torneira (de vidro ou teflon) e graduações permanentes, permitindo escoamento uniforme e controlado. É o equipamento padrão em titulações volumétricas, onde se mede o volume de titulante gasto com precisão. O enunciado descreve fielmente suas características.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A proveta é um cilindro graduado, mas não possui torneira e não é usada para escoamento controlado em titulações. Sua função é medir volumes aproximados de líquidos, com precisão menor que a da bureta. A ausência de torneira e a finalidade (medida aproximada, não escoamento controlado) a excluem.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A pipeta volumétrica transfere um volume fixo e exato, mas não possui torneira. Ela é preenchida por sucção e esvaziada por gravidade, sem controle contínuo do escoamento. Embora seja usada em análises volumétricas, não se encaixa na descrição por falta da torneira e por não ser utilizada em titulações (onde se adiciona volumes variáveis).

Alternativa D — ❌ Incorreta

O Erlenmeyer é um frasco cônico de vidro, usado como recipiente para a solução que será titulada, mas não possui graduações precisas nem torneira. Ele não mede volumes e não é o instrumento que escoa líquidos. Sua função é conter a amostra durante a titulação.

Alternativa E — ❌ Incorreta

O balão volumétrico é usado para preparar soluções com volume exato, mas não possui torneira e não é utilizado em titulações. Ele é calibrado para conter um volume específico, não para escoar líquidos de forma controlada. A descrição do enunciado não se aplica a ele.

NÃO CAIA NESSA!

Para identificar vidrarias em questões, foque nas características funcionais: presença de torneira (bureta), volume fixo (pipeta volumétrica), medida aproximada (proveta), recipiente de reação (Erlenmeyer) e preparo de soluções (balão volumétrico). Memorize a função de cada uma e a pegadinha da torneira nunca mais te derruba.

Gabarito: letra A

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