Questão de Biologia — Organismos Geneticamente Modificados — VUNESP 2024
Biologia›Organismos Geneticamente Modificados
Código
vu198867
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2024
Cargo
CFO/QC ( )
Com relação à classificação de riscos para organismos geneticamente modificados (OGM), é correto afirmar que as classes de risco 2 e 3 correspondem, respectivamente, à seguinte descrição:
Ana classe 2, enquadram-se os OGM, os quais contêm sequências de ADN/ARN, com moderado risco de agravo à saúde humana e animal e que têm moderado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. Na classe 3, enquadram-se os OGM, que contêm sequências de ADN/ARN com alto risco de agravo à saúde humana e animal e que têm moderado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente.
Bna classe 2, enquadram-se os OGM, os quais contêm sequências de ADN/ARN, com alto risco de agravo à saúde humana e animal, que têm baixo ou moderado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. Na classe 3, enquadram-se os OGM, que contêm sequências de ADN/ARN com alto risco de agravo à saúde humana e animal, que tenha elevado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente.
Cna classe 2, enquadram-se os OGM, os quais contêm sequências de ADN/ARN, que não causam agravos à saúde humana e animal, mas que têm baixo risco de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. Na classe 3, enquadram-se os OGM que contêm sequências de ADN/ARN com alto risco de agravo à saúde humana e animal, que têm elevado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente.
Dna classe 2, enquadram-se os OGM, os quais contêm sequências de ADN/ARN, com moderado risco de agravo à saúde humana e animal, e que têm baixo risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. Na classe 3, enquadram-se os OGM que contêm sequências de ADN/ARN, com alto risco de agravo à saúde humana e animal, que têm baixo ou moderado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente.
Ena classe 2, enquadram-se os OGM, os quais contêm sequências de ADN/ARN, que não causam agravos à saúde humana e animal, mas que têm baixo risco de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. Na classe 3, enquadram-se os OGM que contêm sequências de ADN/ARN com moderado risco de agravo à saúde humana e animal e que têm baixo risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente.
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GabaritoD — na classe 2, enquadram-se os OGM, os quais contêm sequências de ADN/ARN, com moderado risco de agravo à saúde humana e animal, e que têm baixo risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. Na classe 3, enquadram-se os OGM que contêm sequências de ADN/ARN, com alto risco de agravo à saúde humana e animal, que têm baixo ou moderado risco de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Classificação de risco de OGM: classes 2 e 3
Gabarito: letra D. A classe de risco 2 abrange OGM com moderado risco de agravo à saúde humana e animal e baixo risco de disseminação e de efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente; a classe 3 abrange OGM com alto risco de agravo à saúde e baixo ou moderado risco de disseminação e de efeitos adversos. Essa gradação está prevista na Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105/2005) e na regulamentação da CTNBio, que define as classes de risco conforme o potencial de dano à saúde e ao meio ambiente.
A classificação de risco de organismos geneticamente modificados (OGM) é um dos pilares da biossegurança no Brasil. Ela existe para que cada atividade que envolva OGM — da pesquisa em laboratório à liberação comercial — seja conduzida em um nível de contenção compatível com o perigo que aquele organismo representa. Quanto maior o risco, mais rígidas são as medidas de segurança exigidas, e é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) quem classifica os OGM segundo a classe de risco, observados os critérios estabelecidos em decreto.
O sistema brasileiro adota quatro classes de risco, que combinam dois eixos: o potencial de agravo à saúde humana e animal e o potencial de disseminação e de causar efeitos adversos aos vegetais e ao meio ambiente. A classe 1 reúne agentes sem capacidade de causar doença no homem; a classe 2, agentes de risco moderado para a saúde, mas com baixo risco de disseminação; a classe 3, agentes de alto risco para a saúde, com baixo ou moderado risco de disseminação; e a classe 4, agentes de alto risco para a saúde e alto risco de disseminação. Perceba a lógica: o risco à saúde cresce da classe 1 para a 4, mas o risco de disseminação não acompanha linearmente — a classe 2 tem baixo risco de disseminação, e a classe 3 pode ter baixo ou moderado.
Um exemplo prático ajuda a fixar: um OGM que cause doença moderada em humanos, mas que tenha baixa capacidade de se espalhar no ambiente (como uma bactéria modificada que só sobrevive em condições laboratoriais específicas), enquadra-se na classe 2. Já um OGM que cause doença grave, mas cuja disseminação ainda seja controlável (como um vírus modificado que exige contato direto para se transmitir), enquadra-se na classe 3. O que separa as classes 2 e 3 é, portanto, o grau de agravo à saúde (moderado × alto), enquanto o risco de disseminação é baixo na classe 2 e baixo ou moderado na classe 3.
A pegadinha clássica da banca é inverter esses dois eixos: trocar o risco de disseminação da classe 2 (que é baixo) pelo da classe 3 (que é baixo ou moderado), ou atribuir à classe 2 um risco de disseminação moderado ou alto. Outra armadilha é dizer que a classe 2 não causa agravos à saúde — o que é característica da classe 1, não da 2. Guarde a combinação exata: classe 2 = moderado risco à saúde + baixo risco de disseminação; classe 3 = alto risco à saúde + baixo ou moderado risco de disseminação. É exatamente nessa fronteira que as alternativas se dividem.
Classe de Risco
Risco de Agravo à Saúde Humana e Animal
Risco de Disseminação e Efeitos Adversos
Classe 2
Moderado
Baixo
Classe 3
Alto
Baixo ou moderado
Classes de risco de OGM: Classe 1 (Não causa agravo à saúde, Baixo risco de disseminação); Classe 2 (Moderado risco à saúde, Baixo risco de disseminação); Classe 3 (Alto risco à saúde, Baixo ou moderado risco de disseminação); Classe 4 (Alto risco à saúde, Alto risco de disseminação)
Alternativa A — ❌ Incorreta
Erra ao atribuir à classe 2 moderado risco de disseminação. A classe 2 tem baixo risco de disseminação e de efeitos adversos. Além disso, a classe 3 tem baixo ou moderado risco de disseminação, não moderado apenas.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Erra ao atribuir à classe 2 alto risco de agravo à saúde. A classe 2 tem risco moderado de agravo à saúde humana e animal. A classe 3 está descrita corretamente (alto risco à saúde e elevado risco de disseminação), mas o erro na classe 2 invalida a alternativa.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Erra ao afirmar que a classe 2 não causa agravos à saúde. Essa é a característica da classe 1, não da classe 2, que tem moderado risco de agravo. A classe 3 está descrita corretamente, mas o erro na classe 2 invalida a alternativa.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve corretamente as duas classes: a classe 2 tem moderado risco de agravo à saúde humana e animal e baixo risco de disseminação e de efeitos adversos; a classe 3 tem alto risco de agravo à saúde e baixo ou moderado risco de disseminação e de efeitos adversos. É exatamente a definição prevista na regulamentação de biossegurança.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Erra ao afirmar que a classe 2 não causa agravos à saúde (característica da classe 1) e ao atribuir à classe 3 moderado risco de agravo à saúde, quando na verdade é alto risco. A classe 3 também tem baixo ou moderado risco de disseminação, não apenas baixo.
A regra de ouro para a prova: decore a combinação dos dois eixos para cada classe. A classe 2 é a do risco moderado à saúde com baixa disseminação; a classe 3 é a do risco alto à saúde com disseminação baixa ou moderada. Sempre que a alternativa trocar um desses elementos, está errada.