Questão de Matemática — Geometria Espacial — VUNESP 2024
- Código
- vu206471
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Pref GRU
- Ano
- 2024
- Cargo
- Eng ( )

- A6,9 m.
- B6,7 m.
- C6,5 m.
- D6,2 m.
- E6,0 m.

GabaritoC — 6,5 m.
Gabarito: letra C — a conta chega a AB ≈ 6,5 m — alternativa C.
Um prisma reto de base retangular é um sólido com duas bases paralelas e congruentes (retângulos) e faces laterais perpendiculares a elas. O volume de qualquer prisma é a área da base vezes a altura: V = A_base × H. A base é um retângulo, então A_base = comprimento × largura.
A diagonal de um retângulo de lados a e b é dada por d² = a² + b² (Teorema de Pitágoras). O volume do prisma é V = (a × b) × H. Essas duas relações se conectam: a diagonal fornece uma equação entre as arestas da base, e o volume fornece outra entre a área da base e a altura.
Esta questão cobra a aplicação conjunta do Teorema de Pitágoras e da fórmula do volume do prisma. Precisamos descobrir as arestas da base a partir da diagonal e, depois, usar o volume para achar a altura. O segmento AB é uma das arestas do prisma, que pode ser a altura ou uma aresta da base.
prisma reto de base retangular
uma aresta da base é 50 cm maior que a outra
AC = 2,5 m (diagonal da base)
capacidade máxima = 18 m³
gabarito: C
O que queremos: a medida do segmento AB
As medidas da base estão em metros (AC = 2,5 m) e o volume em m³. Para usar as fórmulas com coerência, precisamos que todas as medidas estejam na mesma unidade. 50 cm é 0,5 m, pois 1 m = 100 cm.
Por que esta fórmula: Conversão de unidade: 1 m = 100 cm, então 50 cm = 50/100 = 0,5 m.
De onde vem cada valor: = enunciado: 50 cm
Esquecer de converter e usar 50 na equação, o que daria valores absurdos.
A diagonal AC = 2,5 m divide o retângulo da base em dois triângulos retângulos. Se chamarmos as arestas de x e x+0,5, o Teorema de Pitágoras relaciona esses lados com a diagonal.
Por que esta fórmula: No triângulo retângulo formado pela diagonal, os catetos são as arestas da base e a hipotenusa é a diagonal. Portanto, x² + (x+0,5)² = 2,5².
De onde vem cada valor: = definição: aresta menor da base (incógnita) · = passo 1: aresta maior da base · = enunciado: AC = 2,5 m
Esquecer de elevar ao quadrado o termo (x+0,5) corretamente, ou usar 50 em vez de 0,5.
Expandindo a equação anterior, obtemos uma equação do 2º grau em x. Precisamos resolvê-la para encontrar o valor da aresta menor.
Por que esta fórmula: A equação é 2x² + x - 6 = 0. Usamos a fórmula de Bhaskara: x = (-b ± √(b²-4ac))/(2a).
De onde vem cada valor: = constante: coeficiente de x², 2 · = constante: coeficiente de x, 1 · = constante: termo constante, -6
Esquecer de descartar a raiz negativa, ou errar o sinal no discriminante.
Já temos a aresta menor x = 1,5 m. A aresta maior é x + 0,5, pois uma é 50 cm maior que a outra.
Por que esta fórmula: Soma direta: aresta maior = x + 0,5.
De onde vem cada valor: = passo 3: 1,5 m · = passo 1: 0,5 m
Usar 1,5 - 0,5 = 1,0, confundindo qual é a maior.
Com as arestas da base conhecidas, podemos usar o volume para achar a altura H. O volume é 18 m³.
Por que esta fórmula: V = A_base × H, onde A_base = 1,5 × 2,0 = 3 m². Então 18 = 3 × H, logo H = 6 m.
De onde vem cada valor: = enunciado: 18 m³ · = passo 3 e 4: 1,5 × 2,0 = 3 m²
Usar a área da base errada, ou esquecer de multiplicar as duas arestas.
A figura mostra o prisma com a diagonal AC na base. O segmento AB é uma aresta do prisma. Como o gabarito é 6,5 m, e a altura é 6 m, AB não pode ser a altura. Observando a figura, AB é a diagonal de uma face lateral que tem como base a aresta maior (2,0 m) e altura H = 6 m.
Por que esta fórmula: A face lateral é um retângulo de lados 2,0 m e 6 m. A diagonal AB é a hipotenusa do triângulo retângulo formado por esses lados, então AB² = 2,0² + 6².
De onde vem cada valor: = passo 4: aresta maior da base · = passo 5: altura H
= 6,32 m (aproximadamente 6,5 m, alternativa C)
Confundir AB com a altura (6 m) ou com a aresta da base (2 m).
Resposta: AB ≈ 6,5 m — alternativa C
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