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Questão de Sistemas Operacionais — Conceitos, Funções e Tipos de Sistemas Operacionais — VUNESP 2024

Sistemas OperacionaisConceitos, Funções e Tipos de Sistemas Operacionais
Código
vu212388
Banca
VUNESP
Órgão
Pref SBC
Ano
2024
Cargo
Ana Sist ( )
Em análise estruturada de sistemas, de modo geral, o diagrama conhecido como DFD
  1. Aapresenta detalhes de implementação de algoritmos do sistema, expondo o fluxo de execução das instruções e desvios condicionais.
  2. Bconsiste em uma representação de entidades e processos do sistema, bem como dos dados que ligam esses processos, indicando o seu fluxo.
  3. Crepresenta objetos de um sistema, do ponto de vista da orientação a objetos, em um determinado instante de execução.
  4. Dexibe os componentes de hardware e software que especificam como o sistema deve ser implantado ou instalado em um ambiente real.
  5. Edetalha tabelas e campos de um banco de dados relacional a ser utilizado pelo sistema.
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GabaritoB — consiste em uma representação de entidades e processos do sistema, bem como dos dados que ligam esses processos, indicando o seu fluxo.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)

Gabarito: letra B. O DFD é uma ferramenta da análise estruturada que representa graficamente o fluxo de dados em um sistema, mostrando entidades externas, processos e os dados que os interligam — exatamente o que descreve a alternativa B. As demais alternativas confundem o DFD com outros diagramas (fluxograma de algoritmos, diagrama de classes, diagrama de implantação e modelo relacional).

O DFD (Data Flow Diagram) é um dos principais artefatos da análise estruturada, metodologia que trata o sistema como uma rede de processos que transformam dados. Seu objetivo é modelar o sistema de forma lógica, independente de implementação, respondendo à pergunta "o que o sistema faz?" e não "como ele faz?". Por isso, o DFD é composto por quatro elementos básicos: processos (círculos ou retângulos arredondados, que transformam dados), fluxos de dados (setas que indicam o movimento dos dados), entidades externas (retângulos, que representam fontes ou destinos dos dados fora do sistema) e depósitos de dados (linhas paralelas ou retângulos abertos, onde os dados são armazenados).

A grande virtude do DFD é permitir a visão particionada do sistema: ele pode ser decomposto em níveis (diagrama de contexto, nível 0, nível 1, etc.), cada vez com mais detalhes, sem nunca perder a noção do fluxo global. Essa característica o torna ideal para comunicação com o usuário e para documentação, pois não exige conhecimento técnico de programação para ser compreendido.

A pegadinha clássica da banca é confundir o DFD com o fluxograma (que mostra a lógica de um algoritmo, com decisões e desvios) ou com o diagrama de classes da UML (que representa a estrutura estática de um sistema orientado a objetos). O DFD não se preocupa com a sequência de execução nem com a estrutura de dados — ele foca exclusivamente no movimento dos dados entre processos. Também não deve ser confundido com o diagrama de implantação (que mostra a distribuição física de hardware e software) nem com o modelo entidade-relacionamento (que detalha tabelas e campos de um banco de dados).

Na prática, imagine um sistema de vendas: o DFD mostraria o cliente (entidade externa) enviando um pedido (fluxo de dados) para o processo "validar pedido", que consulta o depósito "pedidos" e, após a validação, envia o pedido aprovado para o processo "faturar". Nenhum detalhe de como o pedido é validado (se por SQL, se por regra em Java) aparece no diagrama — isso fica para o projeto detalhado.

Guarde a fronteira: DFD = fluxo de dados entre processos; fluxograma = fluxo de controle de um algoritmo; diagrama de classes = estrutura de objetos; diagrama de implantação = hardware e software físico; modelo relacional = tabelas e campos. É exatamente nessa fronteira que as alternativas se dividem.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Descreve o fluxograma (ou fluxograma de programa), que representa a lógica de um algoritmo com instruções, desvios condicionais e laços. O DFD não mostra detalhes de implementação nem a sequência de execução — ele abstrai o controle e foca no fluxo de dados. A banca troca o DFD pelo fluxograma, uma confusão comum entre iniciantes.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

É a definição precisa do DFD: representa entidades (externas), processos e os dados que fluem entre eles. O termo "fluxo" é a chave — o DFD é essencialmente um modelo do movimento de dados no sistema, sem se preocupar com a ordem temporal ou com a implementação.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Descreve o diagrama de objetos da UML, que mostra instâncias de classes em um determinado momento (snapshot). O DFD não é orientado a objetos — ele é uma técnica da análise estruturada, que trata o sistema como funções que transformam dados, não como objetos que interagem.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Descreve o diagrama de implantação (deployment), que mostra a distribuição física de componentes de hardware e software no ambiente real. O DFD é um modelo lógico, independente de plataforma — não especifica onde cada processo será executado nem quais servidores serão usados.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Descreve o modelo entidade-relacionamento (MER) ou o modelo relacional, que detalha tabelas, campos, chaves e relacionamentos de um banco de dados. O DFD não se preocupa com a estrutura de armazenamento — ele mostra apenas os depósitos de dados como elementos abstratos, sem especificar como são implementados.

PEGA ESSA DICA!

Na prova, ao identificar um diagrama, pergunte-se: "o que ele mostra?" Se mostra fluxo de dados entre processos → DFD; se mostra decisões e desvios → fluxograma; se mostra classes e objetos → UML; se mostra hardware e software físico → implantação; se mostra tabelas e campos → modelo relacional. Essa pergunta resolve a questão em segundos.

Gabarito: letra B

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