Questão de Biologia — Geral — VUNESP 2025
- Código
- vu213479
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- FAMERP
- Ano
- 2025
- Cargo
- Vest ( )
- A15 e 25.
- B20 e 150.
- C9 e 150.
- D9 e 25.
- E20 e 60.
GabaritoB — 20 e 150.
Gabarito: letra B — a conta chega a 20 duplo-homozigotos e 150 combinações genotípicas — alternativa B.
Polialelia é quando um mesmo gene tem mais de duas versões (alelos) na população, mas cada indivíduo diploide carrega apenas dois deles, um de cada pai. O genótipo é a combinação desses dois alelos: se forem iguais, é homozigoto; se diferentes, heterozigoto. O número de genótipos possíveis cresce rápido com o número de alelos, porque cada par conta.
Para n alelos, o número de genótipos possíveis é n(n+1)/2. Isso vem de somar os n homozigotos (AA, a1a1, …) com os heterozigotos, que são combinações de n tomados 2 a 2: C(n,2) = n(n-1)/2. Então n + n(n-1)/2 = n(n+1)/2. Quando dois locos estão em cromossomos diferentes, eles segregam independentemente, então o total de combinações genotípicas é o produto dos genótipos de cada loco.
A questão pede dois números: os duplo-homozigotos (homozigoto nos dois locos) e o total de genótipos combinando os dois locos. Precisamos calcular os genótipos de cada loco separadamente e depois multiplicar.
primeiro loco: 4 alelos (A, a1, a2, a3)
segundo loco: 5 alelos (C, c1, c2, c3, c4)
locos em cromossomos diferentes (9 e 13)
O que queremos: o número de genótipos duplo-homozigotos e o número total de combinações genotípicas possíveis
Antes de combinar os dois locos, precisamos saber quantos genótipos existem em cada um. Com 4 alelos, o número de genótipos é dado pela fórmula de polialelia.
Por que esta fórmula: A fórmula n(n+1)/2 conta todos os pares possíveis de alelos, incluindo os homozigotos (n pares iguais) e os heterozigotos (combinações de n dois a dois).
De onde vem cada valor: = enunciado: 4 alelos no primeiro loco · = constante: n_1+1 = 5
Usar n² = 16, que conta pares ordenados, mas genótipo não tem ordem (Aa = aA).
O segundo loco tem 5 alelos, então o número de genótipos é diferente. Precisamos desse valor para depois multiplicar.
Por que esta fórmula: Mesma fórmula de polialelia, agora com n = 5.
De onde vem cada valor: = enunciado: 5 alelos no segundo loco · = constante: n_2+1 = 6
Esquecer de dividir por 2 e achar 30.
Duplo-homozigoto é ser homozigoto nos dois locos. Para isso, precisamos saber quantos homozigotos existem em cada loco separadamente.
Por que esta fórmula: Em um loco com n alelos, há exatamente n homozigotos: um para cada alelo (AA, a1a1, …).
De onde vem cada valor: = enunciado: 4 alelos no primeiro loco · = enunciado: 5 alelos no segundo loco
Confundir homozigotos com genótipos totais.
Como os locos estão em cromossomos diferentes, a combinação de um homozigoto do primeiro com um do segundo é independente. O número de duplo-homozigotos é o produto dos homozigotos de cada loco.
Por que esta fórmula: Princípio fundamental da contagem: se há H_1 escolhas para o primeiro loco e H_2 para o segundo, o total de combinações é H_1 × H_2.
De onde vem cada valor: = passo 3: 4 · = passo 3: 5
Somar 4 + 5 = 9, mas a combinação é multiplicativa.
O total de combinações genotípicas considerando os dois locos é o produto dos genótipos de cada loco, porque cada genótipo do primeiro pode combinar com cada um do segundo.
Por que esta fórmula: Mesmo princípio da contagem, agora com G_1 e G_2.
De onde vem cada valor: = passo 1: 10 · = passo 2: 15
Multiplicar os alelos 4 × 5 = 20 e achar que é o total de genótipos.
Resposta: 20 duplo-homozigotos e 150 combinações genotípicas — alternativa B
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