Questão de Português — Concordância (Verbal e Nominal) — VUNESP 2025
- Código
- vu217870
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Pref Osasco
- Ano
- 2025
- Cargo
- RO (SAMU Osasco)
Pequenas coisas que os neurologistas
gostariam que você fizesse pelo seu cérebro
Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.
Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.
Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão.
Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.
Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles.
Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”
Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.
A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.
Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.
Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.
Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.
(Mohana Ravindranath. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os- -neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)
- AJá foi apontado, em pesquisas, conclusões de que doenças gengivais e demência tem ligação.
- BExiste, em sua rotina diária, pequenas mudanças bastante capaz de proteger o centro de controle do seu corpo.
- CHouveram constatações à ideia de que evitar 45% dos casos de demência com higiene oral ainda é pouco.
- DA pesquisa sobre demência ainda é meia inconclusiva acerca das infecções orais que se espalha para os seios da face.
- EEstá provado que a higiene oral é necessária para que se previnam infecções e doenças gengivais.