Questão de Matemática — Geometria Espacial — VUNESP 2025
- Código
- vu218997
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- SEDUC SP
- Ano
- 2025
- Cargo
- Prof EFM ( )
- A36.
- B32.
- C28.
- D40.
- E30.
GabaritoE — 30.
Gabarito: letra E — a conta chega a y = 30 cm — alternativa E.
Volume é a medida do espaço que um sólido ocupa. No cubo, todas as arestas são iguais, então o volume é o cubo da aresta: V = x³. No paralelepípedo reto-retângulo, o volume é o produto das três dimensões: comprimento × largura × altura. Capacidade, em litros, é o volume interno de um recipiente; 1 litro equivale a 1.000 cm³, pois 1 L = 1 dm³ e 1 dm³ = 1.000 cm³.
A relação central é a igualdade de volumes: o volume de água transferido (3/4 do cubo) preenche exatamente o segundo aquário, então o volume do paralelepípedo é igual a esse valor. Para o cubo, V_cubo = x³; para o paralelepípedo, V_par = (x) · (x/2) · y. Quando uma grandeza cresce, a outra também precisa crescer para manter a igualdade — por exemplo, se a base fosse maior, a altura y teria que ser menor para o mesmo volume.
Esta questão cobra a conversão de litros para cm³ e a aplicação das fórmulas de volume de cubo e paralelepípedo, exigindo que se iguale o volume transferido ao volume do segundo aquário para achar y.
capacidade do cubo = 8 litros
aresta do cubo = x cm
fração transferida = 3/4
base do paralelepípedo = x cm por x/2 cm
altura do paralelepípedo = y cm
O que queremos: o valor de y, a altura do segundo aquário
As dimensões estão em centímetros, então o volume precisa estar em cm³ para que as contas fechem. A relação 1 L = 1.000 cm³ é a ponte entre capacidade e volume.
Por que esta fórmula: 1 litro é definido como 1 dm³, e 1 dm³ = 1.000 cm³, então multiplicamos o valor em litros por 1.000.
De onde vem cada valor: = enunciado: capacidade de 8 litros · = fator de conversão: 1 L = 1000 cm³
Esquecer a conversão e usar 8 cm³ — isso daria aresta x = 2 cm e todo o resto errado.
Precisamos do valor de x para usar nas dimensões do segundo aquário. O volume do cubo é x³, então extraímos a raiz cúbica.
Por que esta fórmula: O volume de um cubo é aresta ao cubo, então a aresta é a raiz cúbica do volume.
De onde vem cada valor: = passo 1: 8000 cm³
Achar que x = 20³ = 8000 em vez de extrair a raiz — confundir a operação inversa.
O enunciado diz que 3/4 da água do cubo vai para o segundo aquário, e esse volume é exatamente a capacidade do segundo aquário. Precisamos desse valor para igualar ao volume do paralelepípedo.
Por que esta fórmula: Três quartos de um total é o total multiplicado por 3/4.
De onde vem cada valor: = enunciado: três quartos · = passo 1: 8000 cm³
Usar o volume total (8000) em vez do transferido (6000) — isso daria y = 40 cm, que é uma alternativa errada.
O volume do paralelepípedo é área da base vezes altura. Com x = 20, a base mede 20 cm por 10 cm, e precisamos dessa área para isolar y.
Por que esta fórmula: A base é um retângulo de lados x e x/2, então a área é o produto desses lados.
De onde vem cada valor: = passo 2: 20 cm · = enunciado: x/2 cm
Esquecer de dividir x por 2 e usar 20 × 20 = 400 cm² — isso daria y = 15 cm.
O volume do segundo aquário é a base vezes a altura y, e ele deve ser igual ao volume de água transferido. Essa igualdade é o coração do problema.
Por que esta fórmula: Volume de um paralelepípedo é área da base × altura. Igualamos a 6000 cm³ e isolamos y.
De onde vem cada valor: = passo 3: 6000 cm³ · = passo 4: 200 cm²
Inverter a divisão: fazer y = 200 ÷ 6000 = 0,033 — a altura deve ser maior que a base, então divida o volume pela área.
Resposta: y = 30 cm — alternativa E
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