Questão de Matemática — Frações e Dízimas Periódicas — VUNESP 2025
- Código
- vu219309
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Faculdade Belavista
- Ano
- 2025
- Cargo
- Vest ( )
- A1 020.
- B1 275.
- C1 530.
- D1 785.
- E2 040.
GabaritoC — 1 530.
Gabarito: letra C — a conta chega a 1530 vagas — alternativa C.
Razão é uma comparação entre duas grandezas por meio de uma divisão. Quando dizemos que a razão entre o número de vagas especiais (E) e o número de vagas comuns (C) é 1/50, estamos afirmando que, para cada vaga especial, existem 50 vagas comuns. Matematicamente, isso se escreve como E/C = 1/50. Essa igualdade entre duas frações é o que chamamos de proporção.
A partir de uma proporção, podemos montar equações que relacionam as duas quantidades. Por exemplo, E/C = 1/50 implica que 50E = C. Quando uma quantidade é transferida de uma categoria para outra, ambas as grandezas mudam: uma aumenta e a outra diminui na mesma quantidade. Isso é essencial para montar a segunda equação.
Esta questão fornece duas razões em momentos diferentes: a inicial e a após a transferência de 72 vagas. Com essas duas informações, montamos um sistema de duas equações com duas incógnitas (E e C), que resolvemos para encontrar os valores e, por fim, a soma.
razão inicial entre especiais e comuns = 1/50
72 vagas comuns alteradas para especiais
nova razão entre especiais e comuns = 1/14
O que queremos: a soma do número de vagas comuns com o número de vagas especiais
A primeira informação do enunciado é a razão entre especiais e comuns antes de qualquer alteração. Precisamos transformar essa razão em uma equação que relacione as duas quantidades, para podermos usar depois.
Por que esta fórmula: A razão E/C = 1/50 significa que E está para C assim como 1 está para 50. Multiplicando em cruz, obtemos 50E = C, que é uma equação linear simples.
De onde vem cada valor: = definição: número de vagas especiais (incógnita) · = definição: número de vagas comuns (incógnita)
Inverter a razão, escrevendo C/E = 1/50, o que levaria a C = E/50 e a valores trocados.
Depois que 72 vagas comuns viram especiais, o número de especiais aumenta em 72 e o de comuns diminui em 72. A nova razão é 1/14, então precisamos expressar essa nova situação em uma equação.
Por que esta fórmula: A nova razão é (E+72)/(C-72) = 1/14. Multiplicando em cruz, obtemos 14(E+72) = C-72. Essa equação captura a transferência de vagas.
De onde vem cada valor: = definição: especiais aumentam em 72 · = definição: comuns diminuem em 72 · = enunciado: nova razão
Esquecer de subtrair 72 das comuns, montando (E+72)/C = 1/14, o que leva a um sistema incorreto.
Temos duas equações com duas incógnitas. Para resolver, substituímos a expressão de C da primeira equação na segunda, transformando-a em uma equação só com E.
Por que esta fórmula: Da primeira equação, C = 50E. Colocamos isso no lugar de C na segunda equação: 14(E+72) = 50E - 72.
De onde vem cada valor: = passo 2 · = passo 1: C = 50E
Errar a distributiva: 14(E+72) = 14E + 1008, não 14E + 72.
Agora temos uma equação do primeiro grau com uma incógnita. Precisamos isolar E para descobrir quantas vagas especiais existem.
Por que esta fórmula: Expandimos e isolamos E: 14E + 1008 = 50E - 72. Passamos os termos com E para um lado e os números para o outro.
De onde vem cada valor: = passo 3 · = constante: 14 × 72 · = passo 3 · = passo 3
Errar a soma 1008 + 72 = 1080, ou a subtração 50E - 14E = 36E.
Com o valor de E, voltamos à primeira equação para encontrar C, pois precisamos dos dois para a soma final.
Por que esta fórmula: Usamos C = 50E, que veio da razão inicial.
De onde vem cada valor: = passo 1 · = passo 4: 30
Usar E = 30 na equação errada, como C = 14E, o que daria 420.
A pergunta pede a soma total de vagas. Com E e C conhecidos, basta somar.
Por que esta fórmula: A soma é simplesmente E + C.
De onde vem cada valor: = passo 4: 30 · = passo 5: 1500
Esquecer de somar e responder apenas 1500, ou somar errado.
Resposta: 1530 vagas — alternativa C
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