Questão de Matemática — Regra de Três Composta — VUNESP 2025
- Código
- vu219341
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- Pref Jundiaí
- Ano
- 2025
- Cargo
- Prof ( )
- A3 horas.
- B3 horas e 15 minutos.
- C3 horas e 36 minutos.
- D4 horas.
- E4 horas e 12 minutos.
GabaritoC — 3 horas e 36 minutos.
Gabarito: letra C — a impressora que continuou precisou de 3 horas e 36 minutos para terminar o lote. O raciocínio central é que, com duas impressoras, o lote inteiro leva 3 horas; após 2/5 do trabalho, resta 3/5, que uma única impressora levará o dobro do tempo que as duas levariam para essa fração.
O problema envolve regra de três composta, que relaciona grandezas diretamente proporcionais: número de impressoras, tempo de trabalho e quantidade de folhas impressas. Como as impressoras são idênticas e trabalham com a mesma velocidade, a produção é proporcional ao número de máquinas e ao tempo. A chave é separar o problema em duas etapas: primeiro, o trabalho conjunto das duas impressoras; depois, o trabalho individual da impressora restante.
Vamos definir a capacidade de produção. Se 2 impressoras produzem 1 lote em 3 horas, então a taxa de produção conjunta é de 1 lote por 3 horas, ou seja, do lote por hora. Cada impressora, individualmente, produz metade disso: do lote por hora.
No dia do problema, as duas impressoras trabalharam juntas até completar do lote. O tempo gasto nessa primeira fase é calculado pela razão entre a fração do trabalho e a taxa conjunta:
Após esse período, uma impressora quebra. Resta do lote para ser impresso por apenas uma impressora, cuja taxa é de do lote por hora. O tempo necessário para essa segunda fase é:
Portanto, o tempo que a impressora que continuou precisou para terminar o lote é de 3 horas e 36 minutos, que corresponde à alternativa C.
A pegadinha desta questão está em não considerar que, após a quebra, a produção cai pela metade. Muitos candidatos podem calcular o tempo total como se as duas impressoras trabalhassem o tempo todo, ou podem errar ao calcular o tempo da segunda fase usando a taxa conjunta em vez da taxa individual. A distinção crucial é: a taxa de produção é proporcional ao número de impressoras ativas.
A banca explora a confusão entre a taxa de produção conjunta e a individual. O candidato pode calcular o tempo da segunda fase como se as duas impressoras ainda estivessem trabalhando, obtendo horas (1 hora e 48 minutos), e somar com a primeira fase, resultando em 3 horas — alternativa A. Ou pode usar a taxa individual desde o início, obtendo um tempo total maior que o real. A chave é lembrar que, com uma impressora, o tempo dobra em relação ao que seria com duas.
Afirma que o tempo seria de 3 horas. Esse valor corresponde ao tempo total que as duas impressoras levariam para imprimir o lote inteiro, sem considerar a quebra. Ignora que, após a quebra, a produção cai pela metade, aumentando o tempo necessário para a fração restante.
Afirma 3 horas e 15 minutos. Esse valor não corresponde a nenhum cálculo direto do problema. Pode ser resultado de um erro ao converter a fração de tempo ou ao calcular a taxa de produção individual de forma incorreta.
O cálculo correto: após 2/5 do trabalho, resta 3/5. Com uma impressora, a taxa é de 1/6 do lote por hora. O tempo é horas, ou seja, 3 horas e 36 minutos.
Afirma 4 horas. Esse valor seria o tempo que uma única impressora levaria para imprimir o lote inteiro (já que 2 impressoras levam 3 horas, 1 levaria 6 horas, não 4). Não corresponde a nenhuma etapa do problema.
Afirma 4 horas e 12 minutos. Esse valor pode ser obtido se o candidato calcular o tempo total como se a primeira fase fosse feita por uma impressora e a segunda por outra, ou se errar na conversão das frações de tempo.
Gabarito: letra C
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