Questão de Redes de Computadores — OSPF (Open Shortest Path First) — VUNESP 2025
- Código
- vu223014
- Banca
- VUNESP
- Órgão
- TJM SP
- Ano
- 2025
- Cargo
- Ana CPDJ ( )
- Alink state.
- Bdistance vector.
- Cpath vector.
- Dhíbrido.
- Egeográfico.
GabaritoA — link state.
Gabarito: letra A. O OSPF (Open Shortest Path First) é classificado como um protocolo de link state (estado de enlace), pois cada roteador mantém uma visão completa da topologia da rede e calcula as melhores rotas com base no algoritmo SPF (Shortest Path First), também conhecido como algoritmo de Dijkstra. Essa é a característica central que o distingue dos protocolos de vetor de distância, como o RIP.
Os protocolos de roteamento são classificados conforme o algoritmo que utilizam para descobrir e manter as rotas. Essa classificação é fundamental para entender o comportamento de cada protocolo em diferentes cenários de rede. O OSPF, desenvolvido pela IETF e descrito inicialmente na RFC 1131, foi criado para superar as limitações do RIP, que era o protocolo padrão na década de 1980. A principal diferença está na forma como cada roteador enxerga a rede: enquanto no vetor de distância cada roteador só conhece a distância até o destino informada pelo seu vizinho, no estado de enlace cada roteador conhece a topologia inteira, o que permite calcular o caminho mais curto de forma autônoma e precisa.
O funcionamento do OSPF é baseado na troca de informações sobre o estado dos enlaces (LSAs - Link State Advertisements). Quando um enlace muda de estado, o roteador que detectou a mudança propaga essa informação para todos os outros roteadores da área. Com essas informações, cada roteador constrói um grafo da rede e aplica o algoritmo de Dijkstra para calcular a melhor rota para cada destino. Essa abordagem proporciona uma convergência mais rápida e evita problemas como o "contagem até o infinito", comum em protocolos de vetor de distância.
A distinção entre as categorias de algoritmos é o ponto central desta questão. O link state (estado de enlace) é a categoria do OSPF e do IS-IS. O distance vector (vetor de distância) é a categoria do RIP e do IGRP. O path vector (vetor de caminho) é a categoria do BGP, utilizado para roteamento entre sistemas autônomos. A alternativa D (híbrido) não é uma classificação padrão para o OSPF, e a alternativa E (geográfico) não existe como categoria de algoritmo de roteamento.
A pegadinha que a banca explora nesta questão é a confusão entre as categorias de algoritmos. O candidato que não domina a classificação pode facilmente marcar "distance vector" por associar o OSPF a um protocolo de roteamento dinâmico, sem perceber que a categoria correta é "link state". É importante memorizar a classificação de cada protocolo: OSPF e IS-IS são link state; RIP e IGRP são distance vector; BGP é path vector. Essa distinção é a chave para acertar questões como esta.
O OSPF é um protocolo de roteamento do tipo link state (estado de enlace). Isso significa que cada roteador mantém uma visão completa da topologia da rede, trocando informações sobre o estado de seus enlaces (LSAs) com todos os outros roteadores. Com base nessas informações, cada roteador calcula a melhor rota para cada destino utilizando o algoritmo SPF (Shortest Path First), também conhecido como algoritmo de Dijkstra. Essa é a característica que define a classificação do OSPF.
O OSPF não é um protocolo de distance vector (vetor de distância). Essa categoria é típica de protocolos como o RIP, onde cada roteador conhece apenas a distância até o destino informada pelo seu vizinho, sem ter uma visão completa da topologia. O OSPF, ao contrário, conhece a topologia inteira, o que o coloca na categoria de link state.
O OSPF não é um protocolo de path vector (vetor de caminho). Essa categoria é utilizada pelo BGP, que é um protocolo de roteamento entre sistemas autônomos (EGP). O OSPF é um protocolo de roteamento interno (IGP), e sua classificação é de link state, não path vector.
O OSPF não é classificado como um protocolo híbrido. A classificação "híbrido" não é uma categoria padrão para o OSPF. O OSPF é claramente um protocolo de link state, pois utiliza o algoritmo SPF e mantém uma visão completa da topologia. A categoria "híbrido" não se aplica a ele.
A classificação geográfico não existe como categoria de algoritmo de roteamento. Não há protocolos de roteamento classificados como "geográficos". O OSPF é classificado como link state, e essa alternativa é um distrator que não corresponde a nenhuma categoria real.
Gabarito: letra A
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