Questão de Engenharia de Software — Teste de Software — CESPE / CEBRASPE 2018
Engenharia de Software›Teste de Software
Código
ce087745
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
CGM de João Pessoa - PB
Ano
2018
Nível
Superior
Cargo
CESPE - - Auditor Municipal de Controle Interno - Desenvolvimento de Sistemas
A respeito de análise, projeto, implementação e testes de software, julgue o seguinte item.O particionamento de equivalência é uma técnica de teste caixa-preta caracterizada por dividir o domínio de entrada de um módulo em classes de equivalência, a partir das quais casos de teste são derivados.
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GabaritoC — Certo
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Particionamento de Equivalência (Teste Caixa-Preta)
✅ CERTO. O enunciado descreve corretamente o particionamento de equivalência, uma técnica clássica de teste caixa-preta: divide-se o domínio de entrada do módulo em classes de equivalência (válidas e inválidas) e, a partir delas, derivam-se casos de teste. Essa definição é amplamente encontrada na literatura de teste de software e foi citada em questões do CESPE, que afirma: "divide o domínio de entrada de um programa em classes de dados a partir das quais podem ser criados casos de teste" (material de apoio).
A técnica pertence ao grupo de métodos de caixa-preta, que não consideram a estrutura interna do código, mas sim os comportamentos funcionais a partir das entradas e saídas. O particionamento de equivalência é uma das mais importantes, permitindo reduzir o número de casos de teste ao selecionar um representante de cada classe.
Particionamento de equivalência
1Técnica de teste caixa-preta
2Domínio de entrada
Classes de equivalência
Válidas
Inválidas
3Casos de teste
1 representante por classe
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PEGA ESSA DICA!
Lembre-se de que o particionamento de equivalência considera tanto classes VÁLIDAS quanto INVÁLIDAS. A banca já cobrou a afirmativa de que "devem ser consideradas apenas as partições válidas" — isso está ERRADO. Ambas são necessárias para testar cenários de erro.