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Questão de Segurança da Informação — Malware — CESPE / CEBRASPE 2020

Segurança da InformaçãoMalware
Código
ce116821
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-PA
Ano
2020
Nível
Superior
Cargo
Analista Judiciário - Análise de Sistemas (Suporte)

Texto 4A04-II


Cerca de 51% das empresas brasileiras disseram ter sido vítimas de um ataque do tipo ransomware no ano passado. Ransomware é um tipo de software maligno que impede o acesso dos usuários aos sistemas da empresa vítima. O ataque costuma codificar os dados da vítima, que só poderá recuperar o acesso se obtiver uma chave de acesso. O principal meio de infecção continua sendo o email e as páginas web com uso de engenharia social, e a propagação na rede através de exploração de vulnerabilidades. Outro facilitador são as permissões administrativas atribuídas aos usuários comuns da rede.

                                              Internet:  <www.exame.com.br> (com adaptações).

Constitui boa prática para o combate ao malware mencionado no texto 4A04-II
  1. Ao uso de sistema de becapes corporativos, para salvaguarda e posterior recuperação das informações, o qual deve ser utilizado como último recurso em cenários de propagação de ransomwares.
  2. Badotar sistemas de rastreamento de ativos, com o objetivo de identificar e bloquear os emails recebidos com os ransomwares.
  3. Cutilizar sistemas de aceleração web para os usuários institucionais, o que evita o download de ransomwares a partir de páginas web.
  4. Datualizar a BIOS (sistema básico de entrada e saída), com o objetivo de corrigir vulnerabilidades dos sistemas operacionais e dificultar a propagação do ransomwares na rede institucional.
  5. Eo ajuste de privilégios das contas de usuários comuns, possibilitando acesso às pastas protegidas do sistema operacional e instalação de softwares para permitir a exclusão de ransomwares.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — o uso de sistema de becapes corporativos, para salvaguarda e posterior recuperação das informações, o qual deve ser utilizado como último recurso em cenários de propagação de ransomwares.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Boas práticas contra ransomware

Gabarito: letra A. A única alternativa que apresenta uma boa prática real e eficaz contra ransomware é o uso de backups corporativos, que permitem a recuperação dos dados sem pagar resgate — essa é a principal defesa contra esse tipo de malware, conforme o texto-base e o conhecimento técnico consolidado.

O texto 4A04-II descreve o ransomware como um software que codifica dados e exige chave de acesso (resgate). A melhor forma de neutralizar esse ataque é ter cópias de segurança (backups) das informações, de modo que, mesmo que os dados originais sejam criptografados, a empresa possa restaurá-los sem ceder à extorsão.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O uso de sistemas de backups corporativos é a prática mais recomendada contra ransomware. A alternativa menciona que deve ser "utilizado como último recurso" — embora o backup não precise ser o último recurso, ele é, de fato, a principal estratégia de contingência. A essência está correta: salvaguardar e recuperar informações.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Sistemas de rastreamento de ativos (asset tracking) servem para inventariar hardware e software, não para bloquear e-mails. O bloqueio de e-mails maliciosos é feito por filtros antispam e antivírus de e-mail, não por rastreamento.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Sistemas de aceleração web (caching, compressão de conteúdo) não evitam download de ransomware. A segurança contra downloads maliciosos requer soluções como proxy com filtragem de conteúdo, análise de reputação de URLs e antivírus gateway.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Atualizar a BIOS corrige vulnerabilidades de firmware, não vulnerabilidades de sistemas operacionais. Além disso, a propagação de ransomware na rede é mitigada com segmentação de rede, firewalls e políticas de segurança, não com atualização de BIOS.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Ajustar privilégios de contas de usuários comuns para dar acesso a pastas protegidas e instalação de softwares vai contra o princípio do menor privilégio — isso aumentaria o risco de infecção, não o reduziria. O correto é restringir privilégios ao mínimo necessário.

Gabarito: letra A.

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