Questão de Jornalismo — Formatos Midiáticos — CESPE / CEBRASPE 2021
JornalismoFormatos Midiáticos
- Código
- ce130941
- Banca
- CESPE / CEBRASPE
- Órgão
- AL-CE
- Ano
- 2021
- Nível
- Superior
Pesquisa realizada pelo Datafolha, em março de 2020,
mostra que as emissoras de televisão e os jornais impressos são
vistos pelos brasileiros como mais confiáveis para divulgar
informações sobre o novo coronavírus. O levantamento
questionou se as pessoas confiavam totalmente, parcialmente ou
não confiavam em determinado meio.
De acordo com o resultado, os meios de comunicação que
são majoritariamente desempenhados pela imprensa
convencional inspiram maior confiança do que os demais. É o
caso dos programas jornalísticos de TV, vistos como confiáveis
por 61% dos entrevistados. Outros meios que têm maior
confiabilidade são os jornais impressos, com 56%, seguidos
pelos programas jornalísticos de rádio (50%) e pelos sítios
eletrônicos de notícias (38%). Já as redes sociais WhatsApp e
Facebook chegam a 12% cada.
Universidade Federal de Juiz de Fora. Professores analisam pesquisa Datafolha
sobre confiança na imprensa convencional. UFJF Notícias, 24 mar. 2020.
Internet: <www2.ufjf.br> (com adaptações).
Com base nas ideias suscitadas pelo texto anterior, assinale a opção correta.
- AA pesquisa mostra que, mesmo após 25 anos da criação do primeiro sítio eletrônico jornalístico brasileiro, a internet ainda não se estabeleceu como meio de comunicação confiável para a opinião pública.
- BA pesquisa revela que o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens pouco altera o ecossistema midiático, que continua sendo monopolizado pelas organizações de mídia.
- CEm um contexto de falta de confiança da população em relação às redes sociais, as instituições públicas devem evitar utilizá-las como ferramentas de comunicação.
- DO aumento da difusão de notícias falsas e de campanhas de desinformação reforça a necessidade de maior transparência dos atos das instituições públicas e de atuação delas na comunicação de temas de interesse público.
- EO resultado da pesquisa reforça uma das principais premissas da corrente teórica cultural studies: a capacidade dos meios de comunicação de produzir interpretações hegemônicas do mundo, ignorando as experiências individuais e coletivas dos receptores.